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 13 de Setembro de 2019 


O Épico Mahabharatha

em Dança Kathakali

Excertos do épico Mahabharatha interpretados em Kathakali, um dos géneros clássicos de dança indiana, pelo aclamado artista e professor Shri Evoor Rajendran Pillai e sua companhia.
Caracterizado pela maquilhagem elaborada e colorida, máscaras e trajes dos actores-bailarinos - tradicionalmente apenas homens - , o estilo Kathakali de dança dramatizada teve a sua origem na região de Kerala. Tal como outras artes performativas clássicas da Índia, combina música, vocalização, coreografia, gestualidade e expressão facial para contar a história. O Kathakali distingue-se ainda pela incorporação de movimentos de formas ancestrais de artes marciais e tradições atléticas do Sul da Índia. O resultado é um espectáculo hipnótico, com raízes milenares e um papel de relevo na transmissão das grandes narrativas fundadoras da identidade do continente asiático.

História a interpretar: KEECHAKA VADHAM
No Mahabharatha, um dos dois maiores épicos clássicos da Índia, o assassínio de Keechaka, ou Kichaka Vadham, ocorre durante o período de exílio e anonimato dos Pandavas, que se haviam refugiado no reino de Virata. Os Pandavas eram os cinco filhos poderosos de Pandu - Yudhistira, Bheema, Arjuna, Nakula e Sahadeva. Matsya, o rei de Virata, era casado com Sudeshna, irmã de Keechaka. Tal como Keechaka, um poderoso guerreiro, também 105 irmãos, conhecidos como Upakichakas, viviam no reino. Os Pandavas viviam a sua vida permanecendo incógnitos no palácio, desempenhando várias tarefas. Panchali (Draupadi) era a dama de companhia da rainha Sudeshna e da sua filha Uttara.

Keechaka estava encantado com a beleza de Panchali e queria-a para si mas todos os seus avanços eram declinados por Panchali, que havia mentido dizendo que era casada com um Gandharva (ser celestial da mitologia hindu, metade humanos e metade animais, geralmente uma ave ou um cavalo, actuando como mensageiros entre os deuses e os humanos).

Keechaka, consumido pelo desejo, pediu a ajuda de Sudeshna. A pedido da rainha - e muito contra a sua vontade -, Panchali levou um prato de comida a Keechaka, que a tentou violar, mas ela conseguiu fugir. Panchali contou a Bheema, que desempenhava as funções de cozinheiro do palácio, o que Keechaka tinha tentado fazer. Bheema pediu a Panchali para convidar Keechaka para um encontro secreto nessa noite, e ela assim o fez. No local indicado por Panchali, Keechaka encontrou uma mulher a dormir numa esteira. Rapidamente se deslocou até lá, agarrando a mulher que julgava ser Panchali e começando a beijá-la. Mas em vez de receber o abraço terno de uma mulher, o forte e poderoso guerreiro foi de repente agarrado por punhos de ferro. Antes de ter tempo para perceber o que se estava a passar, foi esmagado por Bheema, que o esperava na esteira. Na manhã seguinte, o palácio acordou com as notícias de que Keechaka tinha morrido às mãos de um Gandharva, marido de Panchali.

Personagens: Keechaka, Panchali, Bheema

Duração 90’, sem intervalo | €10
Co-organização Embaixada da Índia


Local: Museu do Oriente

Em: 13 Set 2019

Horário: 21h

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Feira do Livro - Porto

Abre a Feira do livro do Porto de 6 a 22 de Setembro.

A Editora Publicações Maitreya encontra-se no Stand nº 12

Local: Porto

De 06 Set 2019  a  22 Set 2019

Horário:

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Ciência Viva no Verão

Nas férias a Ciência sai à rua com centenas de acções de participação gratuita em todo o país, organizadas por centros ciência viva, instituições científicas, autarquias, empresas e associações científicas.

Astronomia no Verão
CCVAlg | CCVTavira
Atividades astronómicas

https://www.cienciaviva.pt/veraocv/2019/


Local: Lisboa - Algarve

De 23 Jul 2019  a  15 Set 2019

Horário:

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Três Embaixadas Europeias à China

Inauguração | 8 Novembro | 18.30

Até 21 Abril ‘19

Comissário Jorge dos Santos Alves

A exposição Três Embaixadas Europeias à China possui como tema central a história dos contactos político-diplomáticos entre a Europa e a China ao longo de cinco séculos (de meados do século XIII a medos do século XVIII). Essa história teve múltiplos ciclos, avanços e recuos, entendimentos e rupturas, mas teve como constante o protagonismo de vários portugueses. Protagonistas que representavam o Estado português, outros estados europeus, o Papado, ou a cidade de Macau. São três destes protagonistas, Frei Lourenço de Portugal, Tomé Pires e Francisco Pacheco de Sampaio, que escolhemos para ilustrar a temática central da exposição. É em torno destes três protagonistas que se estrutura a exposição, por isso dividida em três núcleos.

Teremos assim o primeiro núcleo dedicado a Frei Lourenço de Portugal, nomeado embaixador ao Império Mongol pelo Papa Inocêncio IV, em 1245; o segundo núcleo dedicado a Tomé Pires e à sua embaixada à China Ming, (em 1515); o terceiro núcleo centrado na embaixada de Francisco Pacheco de Sampaio ao imperador Qianlong, da dinastia Qing, em 1752.
Em cada um dos três núcleos, o percurso biográfico de cada um dos três diplomatas portugueses é entendido no seu tempo e contexto, no quadro nacional, mas também europeu. O quadro europeu sempre entendido na sua articulação com a mundividência e os desígnios expansionistas iniciados pelas Cruzadas e continuados e fortemente amplificados depois do século XVI e com fortes marcas de continuidade até ao século XVIII. Num outro plano, procura-se contextualizar o desenvolvimento destas três missões diplomáticas, tanto do ponto de vista da história política interna da China, quanto do ponto de vista da política externa chinesa para o Mar da China, a Ásia do Sueste e mesmo o Oceano Índico na sua globalidade.


Local: Museu do oriente

De 08 Nov 2018  a  21 Abr 2021

Horário:

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