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de Ajahn Jayasaro

em 28 Dez 2020

  (...anterior)
Primeiro, a felicidade de quem trabalha muito e com honestidade, com consciência de que ‘riqueza certa ganha corretamente ‘, traz alegria à mente.
Segundo, o conhecimento usado para produzir adequadamente riqueza, alcançando felicidade e bem-estar a cada um e respetivas famílias, bem como saber que a realização de actos meritórios, traz alegria à mente.
Terceiro, o conhecimento liberto de dúvidas, grandes ou pequenas, traz alegria à mente.
Quarto, o conhecimento de que as ações, físicas, de discurso ou de mente de cada um, são inculpáveis e sem culpa, traz alegria à mente.
O Buda disse que os chefes de família deveriam aspirar a todos os quatro tipos de felicidade, mas que deveriam saber que a felicidade das três primeiras combinadas não conseguiriam fornecer, nem sequer uma pequena fracção, de felicidade que se conseguiria obter com a quarta.

3/9/2019
Ajahn Chah ensinou os seus discípulos a criar um tipo de conhecimento na mente e tentar mantê-lo ao longo da meditação. Para explicar esta ideia, deu a analogia de uma sala com seis portas e uma única cadeira, colocada ao centro. Dizia que se o dono da sala se sentasse na cadeira e não se levantasse, então, mesmo que houvesse convidados a entrar e sair pelas diversas portas, não permaneceriam muito tempo na sala por não haver cadeiras onde sentar. Neste caso, a mente é como a sala e as portas são como os órgãos dos sentidos. Se a atenção plena e o estado de alerta estiverem perfeitamente estabelecidos, é como se ocupassem o espaço central na mente. Outros estados mentais podem vaguear na mente, mas não há onde se sentirem confortáveis, e em breve partirão.

7/9/2019
Praticar o Dhamma não é fácil. Temos de lutar contra imensos hábitos que acumulámos durante muitas vidas. A resistência que sentimos neste processo pode ser muito sólida, as dúvidas bastante razoáveis e inteligentes.
Mas pergunte-se: se este trabalho tem de ser feito – caso não exista qualquer esperança de verdadeira felicidade sem remover as causas internas do sofrimento – então, porque não? Quem sabe o que o futuro reserva? Quanto tempo resta para estas condições de apoio favoráveis?
Temos um corpo humano e uma mente preciosos, acesso aos ensinamentos do Senhor Buda, e um professor que se preocupa com o nosso bem-estar seriamente. Que mais precisamos?

10/9/2019
O princípio básico com que o professor tenta impressionar o aluno, é que o sofrimento surge e se mantém pelo apego, que é reduzido pela diminuição do apego, e que desaparece pelo abandono do apego, conseguido com a prática do Óctuplo Caminho. Esta compreensão constitui o pilar básico da Visão Correta.
O professor deve encorajar os estudantes a observarem vezes sem conta, o quanto os apegos envenenam as mentes, e o quanto a capacidade de os largar, as libertam. Os estudantes precisam de ver por si próprios, o quanto os fogosos desejos de ter, tornar-se, livrar-se, sempre pioram tudo. Situações difíceis, pessoas difíceis, são a causa das dificuldades. Em si, não são a causa do sofrimento. Existem tantas coisas na vida que não conseguimos controlar. A esperança não reside na manipulação das condições externas, mas na prática do Óctuplo Caminho. Quanto mais nos alicerçarmos no Dhamma, mais sábias serão as respostas aos desafios que enfrentamos.

14/9/2019
Não tenho a certeza sobre o que pensar sobre Chang’e. Numa versão popular da lenda, diz que ela bebe o elixir do marido para evitar que caia nas mãos do vilão Fengmeng. Numa outra versão, ela rouba o elixir, e é transformada num sapo como punição. Noutra, diz-se que o marido, Hou yi, lhe deu o elixir como prenda. E outra versão diz que Chang’e pegou no elixir e desapareceu na lua, por raiva, quando soube que o marido estava a ter um caso.
Com a expansão da internet, passámos a viver num mundo de coscuvilhice (frequentemente mascarado como ‘notícias’), um mundo no qual não temos, nem o tempo, nem os recursos para saber quem é que diz a verdade. Mas isto sempre aconteceu, de alguma forma.
  (... continua) 
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