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O Rosto e a Obra

de Maria Ferreira da Silva

em 31 Jan 2021

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AP – Mas que falava consigo em particular, individualmente?

MFS – De forma individual sim, mas telepaticamente. A única comunicação que tenho com eles é uma comunicação telepática.
Eu nunca fui médium. No Centro Espírita ajudava os médiuns a perceberem que havia entidades que precisavam de ajuda, mas nunca fui médium, portanto ajudava-os

AP – E onírica também, pelo que já referiu?

MFS – Em sonhos também. Eles davam-me muitas directrizes dessa forma.
Mas como tomaram conta de mim durante muitos anos, protegendo-me e ensinando-me na própria caminhada espiritual, desenvolvi com eles uma forma telepática, cada vez mais perfeita, no sentido de perceber o que me queriam comunicar.
Porque eu não recebia mensagens para transmitir, recebia-as para mim, para o meu próprio caminho. Até mesmo algumas mensagens que eu tenho deles nos livros foram sempre no sentido de eu ir pesquisar e trabalhar o tema transmitido.
Houve também todo um trabalho intelectual e de inteligência da minha parte. Eles não davam tudo de mão beijada.
Eu dei-lhes muito trabalho, porque tive muitas dúvidas sobre se estava a ser bem conduzida e a receber corretamente. Se era lógico e positivo ter algumas pessoas ou seres do outro lado a comunicar connosco. Só em determinada altura comecei a perceber que nós temos uma vida para além da vida física e que podemos comunicar com esses planos.

AP – Isso tem sido uma realidade constante na sua vida?

MFS – Sim, sim, sim. Começou a ser uma coisa normal na minha vida comunicar com os Mestres e ter as suas inspirações a minha vida. Porque eram eles que de facto me ajudavam.

AP – E teve algum Mestre em particular que a tenha acompanhado mais, ou tem sido um conjunto de hierarquias?

MFS – Por fases, tem sido por fases.
A Hierarquia no fundo manifestava-se quando eu estava a fazer determinado trabalho ou por etapas. Se eu precisava de passar por uma determinada iniciação, pequenas iniciações, ou pequenas etapas de caminho, podia ser acompanhada pelo Mestre Jesus, o Mestre Morya ou o Senhor Maitreya.
Por exemplo, quando estava para separar-me, não tinha muita força para o realizar, porque, embora percebe-se que havia um abismo no meu casamento, tinha pena de me desligar de uma relação de vinte anos de felicidade. O que é que eu ia fazer em relação às pessoas que sofreriam com isso, não só os meus filhos, embora eu fosse ficar com eles, mas o meu ex-marido. Isso era uma coisa que eu ponderava muito.
E nessa altura recebi muita energia dos Mestres, porque eu tinha mesmo de fazer essa separação.

AP – Isso não poderá também ser considerada uma pequenina iniciação?

MFS – Sim, nesse momento foi. No fundo, a vida exige uma superação constante de nós próprios. É tomarmos decisões e depois não olhar para trás para as decisões que tomámos e ter força e coragem para prosseguir.
Não é que me faltasse essa força e coragem, mas faltava-me o momento certo de decidir e aí os Mestres ajudaram-me bastante. Quando fraquejava tinha muitas visões da Estátua da Liberdade, pois a liberdade era necessária para que eu pudesse fazer uma caminhada espiritual mais consciente.
No fundo, fazer aquilo que os Mestres diziam que eu devia fazer, ou queriam que eu fizesse.

AP – E que era?

MFS – Engloba múltiplos aspectos; escrever livros e, já agora, divulgar a espiritualidade em Portugal, não só através da escrita, mas de forma directa com os outros, principalmente em palestras, retiros de Meditação, mas também viajar.

AP – Já voltaremos à espiritualidade em Portugal, que vai ser um tema central nesta nossa conversa.
Mas essa caminhada espiritual interior teve também um reflexo numa caminhada espiritual neste planeta. Percorreu vários sítios. Foi levada até eles. Houve contactos que foram necessariamente feitos nesses locais e que não poderiam ter sido feitos se não fosse lá?

MFS – Sim, porque há mesmo locais especiais.

AP – Com certeza. Quer destacar alguns desses percursos que tenha feito?
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