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A Luz do Mundo

de Lubélia Travassos

em 11 Abr 2022

  O Evangelho Humanista de Jesus, para a Salvação do Mundo conhecido pelo “Evangelho dos Doze Consagrados” ou “Evangelho da Vida Perfeita”, com o nome original de “Evangelho dos Nazarenos”, é um dos mais antigos e completos manuscritos Cristãos. Foram escondidos por elementos Essénios, num Mosteiro Budista no Tibete, para que permanecessem seguros e longe das mãos dos corruptos. Embora tenham sido encontrados em 1870, altura impossível de serem compreendidos, só há alguns anos é que vieram à luz do mundo, no tempo ideal de maior abertura para que o homem pudesse entender as Verdades neles inseridos. Esses Evangelhos, originalmente em Aramaico e traduzidos depois para o Inglês, foram omissos na Bíblia, por ocasião do estabelecimento e estruturação da Religião Cristã, no ano 325 A.D., no Concílio de Niceia, convocado pelos clérigos Romanos e presidido pelo Imperador Constantino, com a conivência de outros Chefes Romanos. Assim, em vez do Evangelho Humanista de Cristo, os Pais da Igreja Romana ordenaram aos revisores antigos que eliminassem os textos originais dos ensinamentos de Jesus, que continham doutrinas humanistas, vegetarianas e pacifistas, e substituíram-nos pelo Novo Testamento, ou seja, os Quatro Evangelhos.

AGONIA E TRIUNFO DE JESUS CRISTO

Os acontecimentos que o Evangelho Humanista descreve são uma prova autêntica de terem sido escritos pelos antigos Cristãos, os Essénios, antiga comunidade da Igreja Judaica, também conhecida por “Nazarenos”, muito semelhantes aos Terapeutas e aos Budistas, que praticavam diariamente Oblações, Adoração a Deus, e haviam renunciado à ingestão de carnes e bebidas fortes, assim como ao sacrifício de animais.

Os verdadeiros Textos desaparecidos há muito, que falavam nos ensinamentos humanistas de Jesus, e correspondem ao verdadeiro Novo Testamento, foram substituídos, devido à influência teológica obtusa e opressiva de Constantino, a quem não agradava uma das mensagens principais dos Evangelhos, que consistia na “Compaixão pelos Homens e Animais e a rigorosa defesa do vegetarianismo”. Constantino era muito dado a todos prazeres e adorava comer umas carnes regadas a vinhos inebriantes, nas suas festas nocturnas, o que o impedia de aceitar uma religião que proibia tais prazeres, e como não poderia dar o exemplo ao povo, optou pela perseguição dos primeiros cristãos que cumpriam tais doutrinas.

Esses “Evangelhos dos Doze Consagrados” são semelhantes ao Novo Testamento da Bíblia, excepto em certas passagens que estão omissas, só que os mesmos foram escritos, colectivamente, pelos doze Apóstolos, logo após a morte de Jesus Cristo. São algumas daquelas passagens, que foram abolidas e relacionadas com a época pascal, que serão aqui acrescentadas e descritas, ainda que de forma sucinta:

«Jesus pediu aos seus doze discípulos (os doze discípulos representavam o zodíaco) que arranjassem uma casa para se reunirem e celebrarem a Última Ceia pascal, pois ele já havia pressagiado, há muito, que seria a última vez que comeriam juntos. Ele chegou lá ao anoitecer e quando estavam todos à mesa declarou: “Desejei ardentemente partilhar esta Ceia pascal convosco antes de morrer, e estabelecer a Comemoração da minha Oblação pelo serviço e salvação de todos. Pois, chegará a hora em que o Filho do homem será traído às mãos dos pecadores”. Ao que um dos Doze perguntou: “Senhor serei eu, porventura?” E Jesus respondeu: “Aquele a quem eu der o pão ensopado será ele mesmo”.

Judas Iscariotes tinha levado um cordeiro, para que fosse sacrificado, pois estava escrito na Lei de Moisés que deveria ser morto um cordeiro para a ceia Pascal. Mas Jesus proibiu-o de matar o cordeiro, dizendo: “Quando eu for erguido na cruz (§), então serei o cordeiro que deverá ser sacrificado, porém devereis afligir-vos mais com aquele que o entregou às mãos dos assassinos, pois seria melhor para ele que não tivesse nascido”.

Havia para cearem pão ázimo, ervas, azeite e vinho misturado com água, e Jesus molhou o pão na sopa e deu-o a Judas, que saiu logo a seguir, manifestando-se assim o traidor. Então, o Mestre pronunciou: “Em verdade vos digo, foi para este fim que vim a este mundo, para acabar, além de outras coisas, com as práticas sangrentas de sacrifícios de animais, assim como a ingestão de carnes dos animais que são mortos pelos homens”. “Não é pelo derramamento de sangue inocente, mas sim pela vivência de uma vida correcta, que se poderá encontrar a paz de Deus”. E prosseguiu: “Vós que me chamais de Cristo, o Filho de Deus, dizei-lo muito bem, porque eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”.

Depois Jesus esclareceu melhor todos os seus discípulos sobre as Leis de Deus, e sobre o que deveriam seguir se quisessem alcançar a vida divina e eterna. “E, quando acabou a Ceia, acenderam-se as luzes porque já era noite, e Jesus deu prosseguimento ao Lava-Pés. Levantou-se da mesa, retirou a sua túnica, e pôs à sua volta uma toalha. Despejou água numa bacia e começou a lavar os pés a cada grupo de quatro dos seus doze discípulos, e limpou-os com a toalha com que estava enrolado.

Um deles disse-lhe: ”Senhor, não tendes de me lavar os pés”. E Jesus disse: Se eu não os lavar não fareis parte de mim.
  (... continua) 
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