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Caminhando pelos Céus

de Joana Consiglieri

em 14 Out 2015

  (...anterior) Agni Cure Neste sentido, relembramos o «matemático-sublime» kantiano por atribuir à imensidão do céu estrelado, o «absolutamente grande», a grandeza: «a quantidade incomensurável de tais sistemas de via-lácteas sob o nome de nebulosas, as quais presumivelmente constituem por sua vez um semelhante sistema entre si, não nos permitem esperar aqui nenhum limite.» (Cf. Kant [1998]. Crítica da Faculdade de Juízo. Estudos Gerais, Série Universitária – Clássicos de Filosofia. Lisboa: Imprensa Nacional, Casa da Moeda, p. 141)
2 - A «anulação do ego» é caracterizada pela experiência da união com o cosmos. A experiência da Unidade é uma preocupação nas recentes investigações na filosofia francesa e na teoria e crítica literária anglo-americana, como podemos observar em André Comte-Sponville, quando afirma: «Tout ego est separé, toujours. Lorsqu’il n’y a plus de séparation, il n’y a plus d’ego.» (Cf. Comte-Sponville. A. [2006]. L’Esprit de l’athéisme. Introduction à une spiritualité sans Dieu. Paris: Livre de Poche, Éditions Albin Michel, p. 178)
3 - Dogen, mestre japonês de zazen, afirmou: «O nosso corpo e o universo são unos. O nosso ego e o universo são unos. O satori, nirvana, é a liberdade. » (Cf. Deshimaru [2005]. Verdadeiro Zen (§). Lisboa: Assírio & Alvim, p. 57)
4 - «Coisas-em-si» é analisada pelo filósofo Martin Heidegger a partir da «coisa da natureza» kantiana, considerando a «coisa-em-si» como «independente de nós», isto é, «para nós mesmos, um mero X.» (Cf. Heidegger (2002). O Que é uma coisa? Lisboa: Edições 70, p. 129)
5 - Comte-Sponville. A. (2006). L’Esprit de l’athéisme. Introduction à une spiritualité sans Dieu. Paris: Livre de Poche, Éditions Albin Michel, p. 159.
6 - Carl Sagan (§), no livro Cosmos, afirmou que «Somos por natureza exploradores. Começámos como viajantes e viajantes continuamos a ser. » (Cf. Sagan. [2001]. Cosmos. Lisboa: Gradiva, p. 193)
7 - Na antiguidade clássica, surgem as primeiras preocupações sobre o problema cosmológico. Neste sentido, a expressão «céus antigos» é empregada não só no seu sentido simbólico, na cosmogonia, em que a criação do Mito é a origem simbólica cósmica e da ascensão do espírito, mas também nas determinações dos princípios cosmológicos, em que Heraclito constata o devir de todas as coisas, dada pelo fluxo perpétuo, em que a substância é o princípio do mundo, e reconhece-a no fogo. (Cf. Pinharanda Gomes [1994]. Filosofia Grega Pré-Socrática. Lisboa: Guimarães Editores, Colecção Filosofia & Ensaios)
8 - Os seres cosmogónicos, segundo o historiador de religiões Mircea Eliade (§), tinham carácter metamorfósico nas sociedades não ocidentais.
9 - Ovídio (2010). Metamorfoses. Lisboa: Livros Cotovia, p. 375.
10 - Cotterell, A. Storm, R. (2007). The Ultimate Encyclopedia of Mythology. London: Hermes House, p. 343
11 - Nas sociedades tribais e em algumas culturas orientais, o céu era apresentado por vários níveis. Na antropologia, designaram-no por cosmo (Lévi-Strauss). É o universo ontológico, onde vivem as entidades extra--humanas. Na cultura siberiana, a estrutura cósmica é composta por «andares sobrepostos». No budismo, o simbolismo do cosmos é apresentado por sete céus, que significam os «sete passos de Buda», em que seria a travessia do Buda para atingir «o ponto mais elevado». (Cf. Eliade, M. [1989]. Mitos, sonhos e mistérios. Lisboa: Edições 70, Perspectivas do Homem)
12 - Huxley. A. (2005). As Portas da Percepção. Céu e Inferno. Porto: Via Óptima, p. 102
13 - Terminologia de Aldous Huxley, na sua obra As Portas da Percepção (Cf. Huxley. A. [2005]. As Portas da Percepção. Céu e Inferno)
14 - As obras literárias de maior referência: A Divina Comédia de Dante; A União do Céu e do Inferno de William Blake (§); e Céu e Inferno de Aldous Huxley. Em Kandinsky, as pinturas mais significativas são Suave Elevação, 1934, e Andares, 1929
15 - Kandinsky, W. (1991). Do Espiritual na Arte. Lisboa: Publicações Dom Quixote, p. 116
16 - Esta expressão em «tornar leve o pesado» é uma analogia a Nietzsche.
  (... continua) 
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