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Manter o equilíbrio psicossomático é possível através de certos requisitos, e de entre eles, a alimentação. A solução de doenças quando em curso, bem como a sua prevenção, passa por regras de nutrição, que afinal, deveriam já estar incluídas como imprescindíveis, ao bom funcionamento do organismo físico do ser humano.



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O Sol, vitamina D, a saúde e a doença

de Miguel Ledro Henriques

em 12 Jul 2020

  A exposição solar tem sido alvo de uma enorme atenção por este mundo fora pela sua dita relação com o cancro da pele (melanoma e carcinoma pavimento-celular), e as confusões relativamente à realidade têm tido como consequência que a população tem agora medo do contacto com o sol, evitando-o ao máximo e utilizando protectores solares quando evitar não é possível. Não é, no entanto, de todo, esta mensagem que a comunidade científica tem tentado passar, ou pelo menos acreditamos que não propositadamente, e a falta de exposição solar tem consequências graves para a saúde. O problema é de tal ordem que os mais recentes estudos indicam que cerca de 75 % da população têm défice de vitamina D, a vitamina produzida por exposição ao sol, sendo que este défice está envolvido no aparecimento de doenças cardiovasculares, doenças oncológicas, doenças metabólicas, neurológicas, auto-imunes e muitas outras patologias crónicas.

Ser humano - Medicina holística e integrativa


O que vai ser dito…

•A exposição solar tem inúmeros efeitos benéficos directos – incluindo, em casos particulares, a fotossíntese humana – e indirectos – através da estimulação da produção de vitamina D3 no organismo, absolutamente essencial para todos os tecidos do organismo;
•Há vários tipos de radiação ultravioleta, e são os UVB os responsáveis pela estimulação da produção de vitamina D3 (não é “apenas” uma vitamina, mas uma verdadeira hormona) pela pele;
•A exposição de alta intensidade prolongada e/ou intermitente parece aumentar o risco de melanoma e outras doenças oncológicas da pele.

•Por outro lado, a exposição continuada ao longo dos dias, de média intensidade e curta ou média duração parece ter efeitos protectores contra quase todos os grupos de doenças, incluindo o melanoma e outras doenças oncológicas da pele;
•Os níveis sanguíneos de (25)vitamina D3 devem ser mantidos entre 60 e 100 ng/mL, dependendo das circunstâncias -- isto diminui o risco de doença oncológica no geral em 85% e em muitos casos controla por si própria a esclerose múltipla, entre muitos outros efeitos comprovados. A melhor forma de o fazer é através de uma exposição solar saudável (⅓ da superfície corporal durante ⅓ do tempo em que provocaria eritema – vermelhidão da pele) mas, se tal não for possível, é recomendada a utilização de uma luz de espectro solar ou suplementação com vitamina D3;
•Durante o Verão, a permanência à sombra de chapéus de sol ou sombras de árvore também estimula o corpo a produzir vitamina D e tem todos os outros benefícios da luz solar;
•Os protectores solares sintéticos podem ter substâncias tóxicas e que por si próprias aumentam o risco de doença, pelo que os que possuem substâncias químicas devem ser evitados. Em caso de necessidade de protecção, devem ser utilizadas substâncias comprovadamente inócuas e naturais;

O problema

A exposição solar tem sido alvo de uma enorme atenção por este mundo fora pela sua dita relação com o cancro da pele (melanoma e carcinoma pavimento-celular), e as confusões relativamente à realidade têm tido como consequência que a população tem agora medo do contacto com o sol, evitando-o ao máximo e utilizando protectores solares quando evitar não é possível. Não é, no entanto, de todo, esta mensagem que a comunidade científica tem tentado passar, ou pelo menos acreditamos que não propositadamente, e a falta de exposição solar tem consequências graves para a saúde. O problema é de tal ordem que os mais recentes estudos indicam que cerca de 75 % da população têm défice de vitamina D, a vitamina produzida por exposição ao sol, sendo que este défice está envolvido no aparecimento de doenças cardiovasculares, doenças oncológicas, doenças metabólicas, neurológicas, auto-imunes e muitas outras patologias crónicas.

Funções

A luz solar é tão necessária à vida como o oxigénio que respiramos, tendo um impacto enorme na saúde e na doença:
•Proporciona directamente energia ás plantas, sem as quais não sobreviveríamos (produzem oxigénio e são alimento essencial);
•“Diz” ao relógio do nosso corpo que altura do dia é, o que tem impacto em todos os nossos mecanismos hormonais e neurotransmissores – eles funcionam de forma e intensidade diferente ao longo do dia, por sua vez controlando a multiplicação, regeneração e função celulares;
•Estimula a produção de melanina (o pigmento protector das células da pele, com efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios), regulando assim a quantidade de protecção que precisamos conforme a própria quantidade e intensidade do sol;
•Sabe-se hoje que regula directamente a expressão de mais de 3000 genes;
•Sabe-se hoje que os humanos também fazem fotossíntese!
  (... continua) 
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