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Filhas e Filhos de Ajahn Jayasaro
Há muitos anos, antes de ter sido ordenado monge, eu acreditava que a sabedoria provinha da experiência. Então troquei o meu país de origem, Inglaterra, pela Índia, vagueando e acumulando experiência de vida na Europa e na Ásia. Quanto mais difícil era, mais eu gostava, porque sentia que as dificuldades me ajudavam a conhecer-me melhor, e isso era benéfico para a minha vida. Mas a viagem por terra até à Índia deixou-me um bocadinho decepcionado. Não foi tão desafiante como eu esperava, daí que no regresso tenha resolvido fazer a viagem do Paquistão até Inglaterra sem dinheiro nenhum. Perguntava-me se seria possível fazer todo o caminho de volta à boleia, e para além disso queria saber como seria não ter rigorosamente nada.
Data: 19 Abr 2021
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A Cosmogonia da Páscoa de Lubélia Travassos
Após a gloriosa festa esotérica do Natal, em que a natureza celebra o nascimento do princípio crístico, com os Anjos a cantarem e os grandes Mestres e Iniciados reunidos a orarem e a glorificarem o Eterno, para festejarem o nascimento de Cristo no Universo, entramos no período do equinócio da Primavera, na Páscoa da Redenção, purificação e regeneração. A Páscoa, que corresponde ao fenómeno cósmico do equinócio da Primavera, simboliza, além do mais, a regeneração do homem que, como parte do cosmos, tem, também, a oportunidade de se inserir nesse processo, para se transformar, renovar e purificar. Todos os anos, através da Primavera, a Natureza, ao conjugar-se connosco, irradia energias estimulantes e benéficas, para nos ajudar a revigorar durante todo o ano, e permitir-nos comunicar com a enorme corrente que brota do coração do Universo, e assim comungarmos com o mundo espiritual. O mundo Ocidental costuma celebrar, anualmente, quatro grandes festividades, ligadas a fenómenos cósmicos coincidentes com a passagem do Sol pelos quatro pontos cardeais: o equinócio da Primavera, que corresponde à Páscoa, o solstício de Verão que corresponde às festas de São João, o equinócio do Outono, correspondente às festas de São Miguel e, o solstício de Inverno com as Festas do Natal. Durante estes quatro fenómenos astrológicos anuais geram-se acontecimentos excepcionais na Natureza, que produzem grandes afluxos e circulação de energias, influenciando não só a Terra, como também tudo o que nela existe, quer os seres humanos, os animais ou as plantas.
Data: 23 Mar 2021
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Presto homenagem a Rafael de Urbino, conhecido autor de impressionantes obras de arte que enriqueceu o Renascimento e que viveu entre 1482 e 1520. Agora, passados quinhentos anos, assinala-se a comemoração da sua morte. Considerado um grande Ser, um dos maiores criadores da arte com uma obra impar nesta civilização; foi retratista, com especial inspiração em ícones religiosos, onde se inclui também a arquitetura, pois foi um dos projetistas da Basílica de S. Pedro, em Roma. Actualmente milhares de visitantes rumam aos Museus para apreciarem as suas obras, beneficiando da sua sublime mestria na execução da arte pictórica. São, de facto, ainda os temas religiosos que Rafael retratou de forma tão transcendente que deixam o visitante em estado contemplativo pelo sagrado nos seus arquétipos espirituais, que nos mostram o quanto o sagrado ou o divino assume relevância pela influência que exerce no interior de cada ser humano. Sem dúvida que Rafael soube imprimir na tela essa vivência mais espiritual com obras como a Ascensão, como se tivesse presenciado a real elevação de Cristo aos céus. Ou, o Anjo que aparece a São Pedro, quando este se encontra preso e o leva pela mão à liberdade.
Data: 11 Jan 2020
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O Natal e a Árvore da Vida de Manuel Cavaco Nunes
O Paraíso da tradição judaico-cristã é um bosque. Ali, segundo Gênesis, II, “Deus fez crescer do solo toda espécie de árvores formosas e boas de comer”. Porém, há duas árvores que se destacam nesse local sagrado. Uma delas é a árvore da sabedoria, que dá o conhecimento do bem e do mal. A outra é a árvore da vida, que simboliza a imortalidade. Mas, além das suas funções vitais e práticas, a árvore tem uma forte natureza mágica. Ela é universalmente considerada um símbolo do relacionamento entre céu e terra. Com sua estrutura vertical – o tronco – a árvore estabelece um eixo simbólico de ligação entre o mundo físico e o mundo divino. Por outro lado, seus galhos, ramos, folhas e frutos reúnem toda uma comunidade de aves, insectos, répteis e pequenos mamíferos, o que é um símbolo da infinita diversidade da vida. Aquele que medita pode aprender com as árvores uma sábia e serena imobilidade. Na antiga Índia, conta a lenda que Gautama Buda alcançou a iluminação ao pé de uma grande árvore chamada Bodhi, símbolo da sabedoria universal. Sentou-se ali em um entardecer, foi saudado amorosamente pelos seres da floresta, e travou sua batalha final. No momento da aurora, venceu definitivamente a ilusão e a ignorância.
Data: 05 Dez 2019
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O corpo – a única coisa que, sabendo ou não, é um obstáculo interior para o homem, e em parte a causa da sua queda espiritual, sempre a distrair a atenção de onde deveria estar focada –contudo, pode tornar-se o veículo adequado para o auto-conhecimento, sob uma nova perspectiva, ajudando-o nos esforços de ascensão aos domínios superiores do seu ser. O aspirante pode ser bastante ajudado a manter-se mais “presente em si próprio” na vida exterior, ao cultivar pacientemente o hábito de usar os seus movimentos físicos e as variadas posturas, como um meio de alcançar um estado superior de consciência. Em vez de ser o corpo a arrastá-lo com todos os infindáveis desejos e exigências, inconscientemente, para a descida, pode ser usado como um instrumento de um pesquisador sério, para se tornar consciente de si, de uma forma completamente diferente da habitual. Esta forma particular de auto-consciência exige-lhe um esforço adicional que, se for inteligentemente repetido, com a atitude interior e abordagem correctas – i.e., sem forçar – transportá-lo-á para estados mais elevados do seu ser, levando-o eventualmente ao despertar espiritual. Até mesmo os vários incómodos, fadigas e dores podem ser usados como breves lembranças, dirigindo-lhe a atenção para o interior, para o seu acalentado ideal, despertando-o deste estranho estado de esquecimento de si, sempre que este o absorve.
Data: 01 Set 2019
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