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Demanda dos Anjos de Pedro Teixeira da Mota
Os Anjos e demais Espíritos Celestiais, têm uma percepção muito maior, melhor ou mais perfeita da Divindade do que os seres humanos e conseguem portanto receber e conservar um influxo, uma comunhão e presença grandes e portanto não se desviarem da Harmonia, Providência, ou Vontade Divinas, servindo-as, passando-as e partilhando-as em termos energéticos e psíquicos. O mesmo não se passa com os seres humanos, bastante menos abertos aos mundos espirituais e ao Ser Divino, demasiado identificados em geral ao corpo físico, demasiados pressionados ou stressados pela vida moderna e só intermitentemente e em certos casos tendo mais consciência ou percepção de tais níveis e seres.
Data: 31 Mar 2017
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As Iniciações tanto maiores quanto menores acontecem quando o Ser humano tem a capacidade de emitir a vibração adequada e necessário ao plano que corresponde a uma nova Iniciação. As iniciações fazem parte da evolução cósmica e começa para o ser humano com a individualização. Esta estabelece-se quando o Espírito faz o contacto com a matéria e o resultado desse contacto é o Ego o aspecto Consciência. Nesta ligação do Espírito com a matéria acendeu a “chispa do fogo”, que é a mente ou o despertar da Consciência. Quando vibram em uníssono e em plenitude (matéria e Espírito) permite um avanço na continuidade da expansão da Consciência que vai desenvolvendo e transmutando o Ser, gradualmente, até que desperte plenamente no plano búdico. A partir desse estado e plano, fica então, habilitado a actuar conscientemente no EU SOU em correspondência com os Planos Cósmicos.
Data: 28 Jan 2017
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A escolha arbitrária de Oliveira Martins de finalizar os Sonetos com um que não é dos finais, antes escrito bastante antes, teve um intuito provavelmente moralizador e talvez mesmo catolicizante, fazendo terminar, aparentemente, a bem ou na entrega a Deus o percurso filosófico, poético e anímico de Antero, uns anos antes de morrer, e que o livro dos Sonetos manifesta, o qual foi mesmo dividido e ordenado cronologicamente. Com efeito neste poema, profundo e complexo, certamente algo autobiográfico, vemos o autor a depor os seus movimentos anímicos antigos, considerados agora como infantis, ilusivos, passionais e a entregar-se definitivamente a Deus, sob a forma do coração a quem "ordena" ou sugere que vá dormir na mão direita, a benéfica ou misericordiosa, de Deus, numa simbologia tradicional associada a uma visão humana ou antropomórfica da Divindade.
Data: 04 Set 2016
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O Incondicionado de Ajahn Sumedho
As convenções religiosas têm as suas formas, as quais são precisamente convenções. Assim por exemplo, questões sobre os budistas não acreditarem em Deus é um dos casos, em que pode confundir-se e misturar convenções. Tal como diferentes linguagens são só convenções. Quanto à palavra “Deus”, o que é que isso quererá significar? O que acontece na generalidade é que a palavra “Deus” é usada como se as pessoas concordassem e pensassem todas da mesma maneira. O que é que se quererá dizer no contexto cristão ou no contexto judaico? “Deus” é a palavra utilizada. Mas no contexto budista por exemplo fala-se em ensinar deuses e homens, não é de ensinar Deus e os homens... deuses neste caso não equivale a Deus no sentido Cristão da palavra. No entanto, tudo isto são palavras que procedem de formas, onde existe uma concórdia de linguagem, principalmente, quando nos reportamos em termos de “desenvolvimento espiritual”, e assim misturamos tudo (religiões, crenças), gerando confusão. Portanto, ao ensinar dentro do contexto budista, deve-se ficar dentro da terminologia budista.
Data: 26 Jun 2016
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"Maitreya vem com a Ordem Espiritual, Ordem de Mariz" foi a primeira obra a ser publicada em Portugal (em 1989), escrita por uma portuguesa sobre a auto-realização espiritual. Foram narradas vivências de cariz místico, que tocaram os leitores mais sensíveis e preparados espiritualmente numa empática identificação. Esta obra devolveu a muitas pessoas a auto-confiança no caminho, espelhando a realização espiritual como uma realidade interna e externa da vida humana. Foram expressas experiências, sem medos nem vergonha, abertamente assumindo Deus. Tive então, o privilégio da identificação de milhares de seres e abri o caminho para maior responsabilidade, principalmente, a de cada um para consigo mesmo e para com Portugal. O que sensibiliza neste livro (tal como no “O Avatāra”) é o fogo invisível que contém, que estimula e acende os corações mais latentes espiritualmente. Na sua leitura, há uma atmosfera especial vibratória que convoca à elevação e, pode catalisar para uma imediata comunhão com o Divino. É uma centelha de fogo que se aviva e ilumina. Muitas outras contribuições foram sendo dadas, por tantos outros seres, com impulsos notáveis; este espaço de tempo (vinte anos) é suficiente para se notar já a mudança de mentalidade do que comportava um ambiente fechado, baseado em conceitos mais materialistas ou em certo fanatismo religioso, para uma maior abertura a novas ideias e à liberdade espiritual. Afinal, estas duas realidades, material e espiritual, quando intrinsecamente ligadas e bem integradas, permitem assumir com maior consciência a própria vida, mais de acordo com a própria natureza humana e com a Natureza que nos rodeia.
Data: 02 Jan 2016
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