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Dhammapada 13 de Acharya Buddharakkhita
O ensinamento do Buddha pode apenas dar-nos uma compreensão inicial do Dhamma, mas não pode fazer com que o Dhamma fique nos nossos corações. E porque não? Porque ainda não praticámos, ainda não ensinámos a nós mesmos. O Dhamma emerge com a prática. Conhecem-no através da prática. Se duvidarem do Dhamma, duvidam da prática. Os ensinamentos dos mestres podem ser verdade, mas somente ouvir o Dhamma não é, por si só, suficiente para sermos capazes de o realizar. O ensinamento apenas indica qual o caminho. Para realizar o Dhamma temos de agarrar no ensinamento e trazê-lo para os nossos corações. A parte que é para o corpo, aplicamos ao corpo, a parte que é para a fala aplicamos à fala e a parte que é para a mente, aplicamos à mente. Isto significa que depois de ouvirmos o ensinamento devemos ensinar a nós mesmos.
Data: 28 Dez 2016
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Dhammapada 12 de Acharya Buddharakkhita
O ensinamento do Buddha pode apenas dar-nos uma compreensão inicial do Dhamma, mas não pode fazer com que o Dhamma fique nos nossos corações. E porque não? Porque ainda não praticámos, ainda não ensinámos a nós mesmos. O Dhamma emerge com a prática. Conhecem-no através da prática. Se duvidarem do Dhamma, duvidam da prática. Os ensinamentos dos mestres podem ser verdade, mas somente ouvir o Dhamma não é, por si só, suficiente para sermos capazes de o realizar. O ensinamento apenas indica qual o caminho. Para realizar o Dhamma temos de agarrar no ensinamento e trazê-lo para os nossos corações. A parte que é para o corpo, aplicamos ao corpo, a parte que é para a fala aplicamos à fala e a parte que é para a mente, aplicamos à mente. Isto significa que depois de ouvirmos o ensinamento devemos ensinar a nós mesmos a reconhecer o Dhamma como tal.
Data: 19 Set 2016
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Dhammapada - 11 de Acharya Buddharakkhita
O ensinamento do Buddha pode apenas dar-nos uma compreensão inicial do Dhamma, mas não pode fazer com que o Dhamma fique nos nossos corações. E porque não? Porque ainda não praticámos, ainda não ensinámos a nós mesmos. O Dhamma emerge com a prática. Conhecem-no através da prática. Se duvidarem do Dhamma, duvidam da prática. Os ensinamentos dos mestres podem ser verdade, mas somente ouvir o Dhamma não é, por si só, suficiente para sermos capazes de o realizar. O ensinamento apenas indica qual o caminho. Para realizar o Dhamma temos de agarrar no ensinamento e trazê-lo para os nossos corações. A parte que é para o corpo, aplicamos ao corpo, a parte que é para a fala aplicamos à fala e a parte que é para a mente, aplicamos à mente. Isto significa que depois de ouvirmos o ensinamento devemos ensinar a nós mesmos a reconhecer o Dhamma como tal.
Data: 03 Jun 2016
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Peregrinação ao Kailash de Bhikkhu Appamado
Quando há alguns anos me ordenei como monge estava preparado para abrir mão do mundo, para viver em recolhimento, para me dedicar integralmente ao meu percurso interior. O que eu não sabia é que essa renúncia viria a dar lugar a tantas voltas no mundo manifestado. E é bom não ficarmos deslumbrados com isso, pois que ainda assim são parcos os frutos exteriores face ao que o mundo interior tem para nos oferecer. Fazendo parte de uma tradição monástica contemplativa, que primazia o contacto directo com a natureza, é comum fazerem-se caminhadas, mais ou menos planeadas, que nos levam a sítios desconhecidos.
Data: 14 Abr 2016
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Uma conversa com amigos de Ajahn Sumedho
Fiquei surpreso com a fama que ele ganhou, porque vivia numa parte da Tailândia bastante remota e pouco atractiva, e era mesmo só a forma como ensinava e o efeito que causava, quer nos tailandeses, quer nos ocidentais, que o tornou tão conhecido. Foi por causa dos ocidentais e das dificuldades criadas por não falarem tailandês, num mosteiro onde só havia monges tailandeses, que Ajahn Chah teve a ideia de criar Wat Pah Nanachat, como um lugar especial para treinar ocidentais. Como eu era o monge mais sénior, seria o monge principal. Ao princípio não sabia muito como fazer, mas, porque tinha decidido que iria ajudar, determinei-me a fazê-lo e resultou. Wat Pah Nanachat é hoje em dia muito bem considerado na Tailândia, e para lá vão ocidentais de todo o mundo, para receber treino. Esta era uma visão das coisas muito típica dele. Ajahn Chah ensinou o propósito e o significado da vida monástica. Foi através dele que consegui ver a vida monástica na sua totalidade: a vida em consciência e em contentamento, a ênfase na comunidade - Sangha - e na entreajuda. Isto era uma grande parte da prática, tal como não ter bomba de água, para ter que depender da ajuda dos outros, sempre que tínhamos de tirar água do poço. E tal foi uma grande revelação para mim, porque tinha sido educado de forma oposta – ser independente e não ter de incomodar alguém só para poder ter um pouco de água. Era assim que eu pensava em termos culturais. Gostava da comodidade de “quando precisar de água, posso ir buscá-la, sem ter de incomodar ninguém”, mas esta sua atitude era para se ser muito interdependente.
Data: 27 Fev 2016
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