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As tendências

de Maria Ferreira da Silva

em 02 Dez 2021

   Há verdades e factos incontornáveis que deixam os ignorantes na maior contestação. Um deles e já de si relevante é de que a humanidade é constituída de várias raças e cada uma tem a sua ascensão própria na escala evolutiva, sendo que na realidade, a raça branca prosperou nos últimos milhares de anos e se pôs na vanguarda, portanto, estruturada e organizada a todos os níveis, quer social quer individualmente. O que há para contestar? Isto foi feito de forma natural no Ocidente fruto de lutas, sofrimento, ambições fé e crença religiosa, na procura de melhores condições, aperfeiçoando e resgatando as tradições mais primitivas para o ganho mais científico e filosófico, que embora baseado na religião cristã, evoluiu para uma compreensão mais centrada na liberdade.

Aquilo a que chamamos raça humana, considerada a matriz da humanidade é constituída por várias raças distintas, principalmente na sua cor, que dá um aspecto peculiar a cada uma e com desenvolvimentos cognitivos e graus de inteligência próprios às suas condições. A raça branca foi estimulada por alguma razão de esforço de sobrevivência, contudo, delinha-se já um novo avanço, mas desta vez derivado do cruzamento das raças, a miscenização, acontecendo cada vez mais, e que poderá ficar à frente das restantes. De destacar o avanço em termos espirituais feito pela raça ou povo indiano. Sim, os hindus são os mais evoluídos espiritualmente.

Não obstante, o ganho evolutivo da raça branca é irreversível, bem como, a sua influência nas outras raças levando-as em arrasto à evolução. Porque é que a grande leva de migração actual desagua na Europa?

Hoje a interação acontece mais pelo livre movimento entre os povos, que tem como objectivo elevar todos os seres sem distinções à evolução humana e espiritual. Porém, o grau de consciência-inteligência de cada uma das raças ou povos existentes é que marca o mérito que se obtém no rumo evolutivo.

Quando uma minoria da ideologia do politicamente correcto, quer mudar esta tendência universal de evolução das raças é absolutamente ignorante das leis que regem a evolução humana e desfecho da vida na Terra.

Não sou racista, nem me revejo em movimentos de supremacia branca, apenas apresento a realidade de certos factos. Embora muitos apelem à igualdade, sem dúvida que todos nascemos e morremos de igual modo e todos têm as mesmas oportunidades de melhorar as suas condições de viver na liberdade, no respeito e dignidade. Contudo, depende muito das condições de nascimento, áreas geográficas, e circunstâncias karmica trazidas já de vidas anteriores, designando então, a condição de inteligência. O que fizemos e o que devemos fazer pela evolução individual é o que marca a diferença entre os seres, entre os povos e raças, onde cada uma das raças tem distintos objectivos e formas peculiares de evolução com propósitos específicos, para completar toda a civilização que suporta a humanidade.

Vemos hoje, que há uma tendência filosófica de uma minoria ao dizer que toda a raça branca sendo maioritária é opressora e todas as outras à partida são vítimas. Este tipo de discursos, não tem sentido. A aprendizagem requer esforços pela sobrevivência, e a marcha mais lenta de outras raças, não se deve a alguma incapacidade mental ou à subjugação exercida pela raça branca, mas por forças de circunstâncias de aparecimento de raças na Terra que se processou em várias fases.

A evolução cognitiva avança pela vontade no aperfeiçoamento, onde se encontram muitas vertentes a suportar a marcha evolutiva; a resiliência, o destemor, o altruísmo etc., dando então uma capacidade mental mais concreta, clara, onde a inovação de pensamento marca a diferença do antes e contribui para mais inteligência. Quando se evolui desta forma individualmente acaba por influenciar os outros, impulsionando e é deste modo, que a humanidade avança. A tendência à evolução é como uma moda que impulsiona as massas, mas neste caso na ascensão espiritual.

Assim, quando há uma minoria a querer destruir os valores históricos ou patrimónios culturais e físicos ganhos na civilização do Ocidente, principalmente dos países europeus, resulta do desconhecimento da Lei que rege a evolução humana e, não é por isso, que ficam mais inteligentes ou evoluídos; apenas ficam satisfeitos por culparem a raça branca dos seus fracassos. Nada mais pueril, insano e ignorante. A raça branca continuará a sua evolução quer minorias queiram ou não, pois não depende de ninguém parar o propósito em curso. Apenas há que seguir e tomar como exemplo, o que melhor sobressai dos que seguem adiante no seu rumo.
   (... continua)  
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