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Devoção

de Maria

em 08 Set 2014

   Deixar crescer a devoção ou deixar que a devoção se manifeste é a forma segura e confiante para a demanda espiritual. A religação a Deus tem como princípio a devoção que leva a uma ascendente realização, para passar depois do nível subtil, para uma certeza. A certeza é científica – o estado devocional vai-se concretizando, afirmado pelo conhecimento directo da integração na Unidade – ela resulta da própria realização interna. A expansão do coração (amor incondicional) através da devoção vai tomando forma (crescendo), influenciando lentamente os movimentos cognitivos que permite ao cérebro reorganizar-se e, acalentar a mente a “despertar” as células, que correspondem à transcendência divina, contribuindo então, para uma eficaz regeneração cérebro-mente-consciência.

Assim, a devoção e a fé podem e devem ser dirigidas para o conhecimento exacto. Na afirmação do nosso “objecto” de devoção realiza-se, então, a certeza interna da sua Existência (Deus).
«O que é necessário é a devoção testada pela acção consciente». Agni Yoga
A certeza de que existe uma Unidade Cósmica, Inteligência Superior ou o que se queira chamar é um ganho ao nível pessoal, sem necessidade de ser confirmado por outrem; fundamenta-se na própria realização espiritual do Ser.

«Como despertar a devoção? Pelo ajustamento ao objectivo». Agni Yoga
É pelos sinais devocionais que comunicamos com os planos invisíveis superiores. É pela devoção que fazemos a nossa ascensão espiritual. Um pensamento devocional faz muito pelo nosso progresso espiritual e pelo equilíbrio do nosso cérebro, pois um impulso devocional produz no cérebro substâncias, tal a serotonina ajudando ao seu reajuste. O despertar das “células divinas” depende muito da devoção – a evolução espiritual cria movimentos cerebrais e mentais que contribuem para a ligação a Deus – sem dúvida que sem um objectivo devocional superior não é possível a ligação directa.

Fazemos diferença entre os movimentos cerebrais e mentais. Cerebral corresponde à parte física do nosso cérebro, a caixa craniana cheia de neurónios com uma colecção de sistemas locais especializados, que necessita de alimento nutricional e de disciplina nos seus movimentos para funcionar bem. Os movimentos cerebrais são então, a base para o equilíbrio mental. A mente é o substrato do cérebro ligada à Consciência e corresponde ao pensamento, influenciando as nossas acções. Depende depois da evolução de Consciência de cada um, a melhor forma de usar a mente.
Convém também esclarecer que devoção espiritual ou religiosa não é emoção. Geralmente, confunde-se a experiência espiritual com emoções, mas podem definir-se claramente, estes dois estados.

A experiência espiritual (embora a pessoa depois se venha a sentir emocionada), resulta da evolução da Consciência que na maior parte dos casos (pessoas) já vem de vidas anteriores e, que pode acontecer em qualquer altura, pondo em acção mecanismos subtis onde a mente e o coração se unem numa ligação momentânea e espontânea; nunca se sabe quando acontece e o qual o mérito que a desencadeou. Obviamente, duma experiência espiritual sobressai, então, depois a gratidão por receber tal estado de omnipresença divina que leva, então, à emoção.
Quanto a emoções, elas manifestam-se por muitas razões ou mais diversos motivos no nosso quotidiano e reagimos à base dos nossos sentimentos e desejos pessoais, ligados obviamente, com o que sentimos através do coração na sequência de algo que nos toca; o sofrimento de outrem, uma paisagem contemplativa, um acontecimento benéfico inesperado, uma imagem devocional ou uma ligação afectiva, etc.

Portanto, uma experiência espiritual, que provém da Consciência, engloba a mente e o coração, passando por um estado místico e inteligente, enquanto as emoções simples estão ligadas ao aspecto instintivo, sensorial e cognitivo no funcionamento normal do viver quotidiano, sem grandes diferenças.

A devoção constitui, assim, um estado fundamental de base para a experiência espiritual numa afirmação do caminho mais transcendente e consciente.

Diz no Agni Yoga:
O nosso único escudo é a compreensão da devoção. As pessoas põem no lugar da devoção, o amor, a prontidão e a solicitude. Mas estes componentes da devoção são como um sorriso de simpatia, enquanto a própria devoção brilha como um guerreiro pronto para a batalha.

Falai com frequência sobre a devoção, estimulai a vigilância. As pessoas precisam de afirmação.»
     


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