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A grande teia

de Maria

em 18 Out 2015

   As redes sociais, caso das ligações pela Internet, constituem a imagem visível, do que aos níveis invisíveis se passa no Akasha; o arquétipo histórico das relações humanas que vem dar forma aos karmas. O Akasha é um arquivo etérico onde estão registados os feitos dos humanos, bons e maus e pelos quais se criam os karmas que marcaram os acontecimentos reais da vida na Terra. Estamos, então, todos ligados por uma teia que nos abraça e impele para os outros, como uma força inevitável do Destino.

De facto, desde que nascemos tudo tem importância nas nossas vidas, tais como pessoas, sítios e coisas. Pessoas que conhecemos quando crianças ou adolescentes, que depois perdemos de vista, e voltamos a encontrá-las vinte a trinta anos depois; sítios que nos deslumbram quando jovens e que vêm a ser marcantes em acontecimentos futuros; coisas que nos tocam pela beleza como por exemplo, a arte, seja artesanal ou clássica, mas que podem trazer a lembrança de alguma experiência mística no passado, talvez realizada numa existência passada, e que nos trazem fios de continuidade aos outros e aos lugares.

Enfim, a humanidade insere-se numa Unidade que nos envolve como uma grande teia, pela qual enfrentamos o Destino. Mesmo que queiramos mudá-lo, de uma forma ou outra, mais cedo ou mais tarde acabamos por cair na sua rede; a questão é como enfrentar o Destino da melhor forma, já que não podemos fugir dele, mas saber ter a atitude mais sensata perante a sua prepotência.

A teia naturalmente foi estendida desde sempre, desde o começo do Cosmos, aquilo a que a ciência chama de Big Bang. Imagine-se que nada existia, ou melhor a existência da matéria estava oculta numa densa “estrutura” escura e em silêncio, mas pronta a manifestar-se fazendo-se visível. Quando tudo rebenta e se espraia, a luz estende-se formando uma teia para cobrir toda a matéria como uma mãe que protege os seus filhos. Da Matriz fluem os tentáculos da energia da luz para abarcar tudo no seu seio e que assim nos vai prender. A demanda física e metafísica da Criação começou; o Universo (Cosmos) irá permanecer por uma eternidade… Até que o Universo diluído e frio (Grande Esfriamento, segundo a ciência) se esgote e a luz se “apague”, novamente.

Até lá, até a este possível cenário, cabe-nos ter a melhor percepção do espaço que ocupamos na rede procurando sempre acompanhar as trajectórias dos raios luminosos sem nunca nos desviarmos dessa protecção de luz. Para além da luz, luminosidade própria da matéria, enquanto fogo, deve haver um som que primordialmente se deve à movimentação da matéria e ao seu rebentamento, que se manifesta como um ruído envolvendo todo o Universo. A difusão dessas vibrações contribuem para correlacionar os movimentos tanto ao nível cósmico, como ao nível individual, repercutindo-se esse som, tal música que nos “embala” nesta grande arquitectura orquestral do Universo e nos protege nesta rede cósmica, de cuja teia fazemos parte.
     


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