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  Cometa Ison  21 Out 2013

É uma das grandes questões de momento para os astrónomos: vai o cometa Ison resistir na aproximação ao Sol e transformar-se no cometa do século? Para já está a contrariar todas as projeções mais pessimistas. Se não desintegrar-se, passará próximo da Terra a 26 de dezembro.
Na mais recente imagem captada pelo telescópio Hubble, o cometa Ison - descoberto em 21 de setembro de 2012 pelos astrónomos russos Vitali Nevski e Artyom Novichonok - continua a sua rota de aproximação ao Sol, mas, segundo alguns cientistas, nesta altura já poderia estar a desintegrar-se. Porém, tal não está a acontecer, pois, segundo explicam os especialistas, seria possível ver nas imagens do Hubble fragmentos do cometa e o que ficou comprovado é que o núcleo gelado continua intacto.
Nesta última imagem, o cometa Ison estava na órbita de Marte, a cerca de 284 quilómetros da Terra. Aos astrónomos resta esperar para ver. A expectativa é que o Ison tenha a sua aproximação máxima do Sol a 28 de Novembro, ficando a 1100 milhões de quilómetros da estrela, deslocando-se a 425 quilómetros/hora. Este será o momento mais importante da viagem do Ison. Se resistir à passagem pelo Sol, o cometa ficará extremamente brilhante. Há mesmo que sugira que o brilho poderá ser mais intenso do que o da Lua, sendo possível ver o cometa à luz do dia.
Se se confirmar esta melhor expectativa, então o Ison poderá mesmo tornar-se no cometa do século, sendo um fenómeno único, ofuscando qualquer outro cometa. Se sobreviver ao Sol há que esperar pelo dia 26 de Dezembro para vê-lo passar mais próximo da Terra, a cerca de 64 milhões de quilómetros.
Diário de Notícias



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Impresso em 22/10/2017 às 19:52

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