Fundação Maitreya
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  Riscos de Verão  26 Jun 2014

Investigadores britânicos alertaram para o facto de os protectores solares não serem suficientes para evitar o cancro de pele. Em tempos de sol, há uma série de comportamento que devem ser reforçados, para se proteger do melanoma. O cientista Richard Marais destaca que há alguns enigmas relacionados com o mecanismo molecular que leva os raios ultravioleta (UV) a danificar as células da pele.
Não há protector solar que seja considerado suficientemente capaz de eliminar todos os riscos de cancro de pele. Um cientista britânico da Universidade de Manchester, Richard Marais, liderou um estudo que não eliminou as dúvidas relacionadas com o mecanismo molecular que leva os raios ultravioleta a danificar as células da pele.
Nesse sentido, aponta, há diversos comportamentos que devem ser reforçados em tempos de sol. O protector solar é sempre aconselhável, mas não suficientemente capaz de eliminar os riscos.
Assim, procurar as sombras nos horários onde o sol aperta, usar chapéus e roupas largas devem ser comportamentos obrigatórios para evitar o melanoma associado aos raios ultravioleta do sol.
Nesta experiência em animais, Richard Marais e a sua equipa testaram, em animais, os efeitos dos raios UV no ADN das células da pele e no gene p53 (o agente protector da pele contra falhas do ADN). Refira-se que aquele gene está associado a metade dos tumores humanos.
Os animais que estavam protegidos com protector solar apresentaram menor incidência de falhas no gene p53, mas não estavam totalmente protegidos e revelaram danos, provocados pelos raios ultravioleta.
“Este estudo prova que os protectores solares não nos oferecem uma protecção completa contra os efeitos prejudiciais dos raios UV”, salienta o investigador, num relatório da pesquisa.
Uma outra pesquisa recente revela que há um aumento de casos de cancro de pele, nas últimas décadas, sendo que o melanoma (o mais grave) afecta mais mulheres (inclusivamente adolescentes) do que homens.
Os dois sexos apresentam, no entanto, um aumento de taxa de incidência, de acordo com o estudo relativo aos EUA.

O estudo (que analisou uma amostra da população do estado do Minnesota) suscitou preocupação redobrada nos dermatologistas, que realçam os malefícios do recurso ao solário, para obter bronzeamentos mais rápidos.
O excesso do recurso ao bronzeamento artificial é uma das causas para o aumento do cancro de pele nestas aixas etárias.



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Impresso em 24/7/2017 às 1:43

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