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  Túmulo de Cristo  28 Out 2016

Túmulo de Cristo: "O que encontrámos é surpreendente"
Prosseguem os trabalhos em torno do local mais sagrado para os cristãos, na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém. Radares mostram paredes intactas.
É noticiada esta semana a abertura, pela primeira vez em séculos, do túmulo de Jesus Cristo, para conseguir chegar à pedra onde se acredita ter sido deitado o corpo do pregador judeu.
A National Geographic, que está a filmar a evolução dos trabalhos, indicara que o túmulo estava coberto por um revestimento em mármore desde cerca de 1.555 d.C, podendo ter sido mais cedo, e que esse revestimento foi já retirado.
A própria existência de um túmulo de Cristo nunca foi consensual, com muitos historiadores a afirmar que o original tinha sido identificado alguns séculos depois da morte do líder religioso mas que foi destruído.
Ainda assim, um arqueólogo que faz parte da equipa a acompanhar os trabalhos de restauro na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, disse que os testes com radares de penetração no solo indicaram que as paredes do túmulo estão de pé.
Conforme descreveu à Associated Press, têm cerca de 1,8 metros de altura e estão ligadas à rocha matriz, mesmo atrás dos painéis de mármore que ainda a cobrem. Esta câmara situa-se no centro da Basílica.
Conforme descreveu à Associated Press, têm cerca de 1,8 metros de altura e estão ligadas à rocha matriz, mesmo atrás dos painéis de mármore que ainda a cobrem. Esta câmara situa-se no centro da Basílica.
“O que foi encontrado é surpreendente”, disse Fredrik Hiebert, o arqueólogo. “Eu estou muitas vezes no túmulo de Tut [faraó egípcio Tutankhamon] mas isto é mais importante”.

Anabela de Sousa Dantas



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Impresso em 30/4/2017 às 15:57

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