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O ser humano, a doença e o medicamento sintético

de Miguel Ledro Henriques

em 14 Out 2021

  (...anterior) Atenção, contudo, que temos que ter em conta que hoje a recolha de dados é mais fácil, pelo que este factor também contribuirá com algum peso para aquele aumento, ou seja, pessoas que dantes não tínhamos forma de saber se estavam doentes, hoje temos;
•De 1998 a 2006 a esperança média dos cidadãos dos E.U.A (utilizam-se os dados deste país porque são os que existem em melhor quantidade e qualidade, e o nosso país tem-se aproximado da sua dieta, estilo de vida e utilização de fármacos à daquele) aumentou um ano mas, por outro lado, as pessoas passaram de viver em média de 10 anos doentes para 13, sofrendo nos últimos anos de vida de problemas que os impedem de sair movimentar-se, de falar, e até mesmo de sair da cama;

Medicamentos sintéticos

Ora, é mais do que óbvio que, em menos de 150 anos, o nosso organismo não teve tempo de se adaptar à utilização de substâncias sintéticas, contrariamente ao que acontece com as substâncias naturais com as quais lidamos desde o princípio dos tempos. Além disso, como já vimos, um medicamento sintético terá efeitos em muito mais locais do corpo do que aquele que é o alvo, e daí vêm uma grande parte dos efeitos secundários. Sabe-se ainda que, apesar de estruturalmente idênticas (mas mesmo assim nunca iguais) a substâncias que já existem no nosso organismo, esquecemo-nos constantemente do lado energético da realidade, e a física já demonstrou há décadas que há particularidades energéticas das moléculas sintéticas que as diferenciam das naturais e podem estar relacionadas com doença (p. ex, todas as moléculas que existem giram constantemente para a esquerda ou para a direita (o que se denomina quiralidade química), e numa substância há sempre algumas a girar para um lado e outras para o outro – chama-se a isto mistura racémica. Quando a substância é sintética, as proporções são muito diferentes das que existem na natureza, e está demonstrado que isto está relacionado com maior prevalência de doença.
Repetimos ainda, mais uma vez, que aqui não se defende a eliminação completa e abrupta da utilização do medicamento sintético mas que, à vista das consequências, devem ser utilizadas em situações muito particulares, em situações de urgências ou quando tudo o resto falha.
Há centenas de estudos científicos que demonstram inequivocamente que uma alimentação baseada nos produtos de origem vegetal são, não só é uma das melhores e mais infalíveis estratégias de prevenção de doenças, como tem a capacidade de tratar a hipertensão, as placas ateroscleróticas (placas que se formam nas artérias e que são as principais responsáveis por enfartes e AVC´s) a diabetes, o colesterol alto, doenças auto-imunes e outros problemas.
Da mesma forma, há centenas de estudos científicos a demonstrar inequivocamente uma associação íntima entre os produtos de origem animal, a comida processada e os açúcares adicionados e quase todas as doenças que assolam a população nos dias de hoje!

O que se disse:

•O corpo Humano evoluiu em conjunto com as substâncias naturais ao longo de milhões de anos, de tal forma que muitas fazem parte do nosso funcionamento normal (ex: vitaminas e anti-oxidantes) e outras são uma incrível arma contra a doença (ex: polifenóis);
•Os sintomas de doença são alarmes que indicam que estamos a fazer algo mal e os sinais de funcionamento dos nossos mecanismos de defesa, e estes são absolutamente essenciais par a luta contra toxinas e invasores. Devem, portanto, ser utilizados com parcimónia e apenas em último caso;
•Os medicamentos sintéticos podem ter perigosos efeitos secundários, interferem e podem mesmo levar à paragem dos ditos mecanismos de defesa, permitindo ao invasor permanecer ou ficar acumulado, e inibindo a aprendizagem do sistema imunitário. Para além disso são eliminados pelo organismo, acumulando no ambiente e acabando por ser ingeridos por outros seres. Devem, portanto, ser utilizados com cuidado;
•O tratamento de doenças deve passar sempre primeiro por descobrir eliminar a causa e, então, dar pequenas ajudas ao organismo para potenciar os seus processos defensivos e homeostáticos (manutenção do equilíbrio) normais.
  (... continua) 
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