Fundação Maitreya
 
Escravidão

de Maria

em 20 Ago 2021

  Gostaria de falar só de coisas positivas, principalmente espirituais. Mas isso seria viver fora da realidade. A espiritualidade pertence essencialmente ao desenvolvimento pessoal pela prática da fé e devoção no Divino ou Transcendência e do autoconhecimento, mas também material num equilíbrio com o nosso quotidiano. Portanto, não são só os sistemas religiosos ou doutrinas bem elaboradas que nos impulsionam à evolução espiritual e humana, eles são apenas parâmetros ou apoios para nos sentirmos seguros e confiantes de que vamos no rumo certo, sem nos tornarmos escravos ou fundamentalistas de tais sistemas, mas englobados num todo.

Vem isto a propósito, de que estamos a assistir no momento presente, à tentativa de um grupo terrorista tomar a liderança de um país, os talibãs, tornando-se este poder numa verdadeira catástrofe, os quais retratam uma certa espécie de homens que limitadores de liberdades, corroem a humanidade. Não bastava a desgraça humanitária que vivemos no último ano com o vírus, Covid-19, com as inundações, os fogos devastadores e os sismos, pelo mundo fora.

A escravidão sexual e religiosa, designam este povo fundamentalista. O atraso nas ligações cognitivas nivela os desejos, onde a mente obscurecida pela maldade não permite abarcar os direitos dos outros, ganhos tão valiosos da evolução humana que se foi fazendo ao longo das últimas décadas no Ocidente. Eles, vivem parados no tempo, centrados nas necessidades sexuais fazendo das mulheres escravas, subjugadas, tais objectos de satisfação. A verdade é que são feitas escravas ainda crianças. Eles, invocam as tradições da sharia, para violarem crianças como se fosse o acto mais natural do mundo. No Ocidente, a pedofilia é crime, mas estes praticam-na clara e impunemente.

Temos décadas de sofrimento no Ocidente sob o terror de grupos islâmicos fundamentalistas. Escravos somos todos nós, que pela força das circunstâncias ficamos impotentes, perante esta escalada de poder como se fosse normal, onde principalmente a Europa vai ter sérios problemas. Para serem reconhecidos prometem o afrouxar das regras, nomeadamente com as mulheres. Mas, só os ingénuos acreditam em tais promessas. Enquanto no Ocidente, a mulher foi ganhando direitos à liberdade, e através desse direito pode gerir e reagir à coerção sexual dos que ainda se acham nesse direito.

Na verdade, se houver num país um sistema opressivo, escravizando os cidadãos, a margem para viver em liberdade é nula, e neste caso, feito através de um sistema religioso ou melhor, pseudo-religioso, invocando a conivência de Alá para exercerem essa autoridade repressiva, ou a pior das escravidões que é a sexual. Penso que já não será possível, que alguém ainda possa acreditar nesse deus que cobre a monstruosidade dos homens que o invocam.
A minha última crónica falei sobre a queda da civilização e umas semanas depois mais se confirma, com esta réstia humana do islamismo radical, deixando no seu rasto muitas mortes, injustiças, muita incerteza quanto ao presente, quanto mais relativo ao futuro.

Restam, porém, aqueles que por desenvolvimento maior de inteligência, com os seus movimentos cognitivos mais avançados e formatados em contextos mais altruístas e espirituais, já não pertencem a esta esfera de ambição, levando a evolução material e espiritual adiante.

Ainda nos querem fazer crer que somos todos iguais! No aspecto biológico, sim, nascemos e morremos fisicamente de igual modo, mas o que distingue os seres humanos é a capacidade humana da escolha, da decisão em prol do bem, pelo qual, se desenvolve mais inteligência.

Qualquer ser humano evoluído rejeitará ser comparado a este tipo de seres, que aterrorizam, violam e tiranizam. A diferença existe e ainda bem…

Esperamos sinceramente que a restante humanidade ajude este povo a evoluir para bem de todos. Haja esperança!
   


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Impresso em 17/10/2021 às 13:21

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