Fundação Maitreya
 
Kālī Yuga e a Lei dos Ciclos

de Lubélia Travassos

em 27 Jan 2013

  A Terra está actualmente na Era de Ferro, Idade das Trevas ou Kālī Yuga, que é, na generalidade, o período de maior densidade dentro de todos os Ciclos das Eras Cósmicas, em que todas as Eras têm a sua finalidade e propósito. Sendo a Era que estamos a atravessar a do Kālī Yuga, o período mais denso de todos os ciclos, e o que causa maior sofrimento à humanidade, indica-nos que estamos a atingir uma situação de limite, e que nos aproximamos felizmente do ponto de saída (ainda que no nosso tempo-Terra esteja longe de acabar), onde se torna necessário voltar à fonte da vida. Segundo o Bhagavata Purāna, esta é uma Era de degradação humana, cultural, social, ambiental e espiritual, por isso é referida como Idade das Trevas, por a maioria da humanidade se encontrar longe da espiritualidade e de Deus.

A essência do Kālī Yuga é a causa do afastamento entre o homem e a natureza e de toda a devastação do mundo moderno, levando à perda de contacto com a ordem cósmica, onde a mente da humanidade se fixa nos elementos mais densos e materiais da realidade. É uma Era onde dominam as guerras, os vícios, a ignorância, e que se encontra destituída de todas as virtudes. Os líderes que governam as nações são violentos, corruptos, exploradores dos seus povos, tornando-se deste modo num mundo pervertido, onde impera o caos, a fome, as doenças, a destruição, o egoísmo desmedido, a materialidade, a maldade e a falta de respeito do Homem pelo seu semelhante.

A Idade do Kālī Yuga começou quando o Avatāra Krishna abandonou o seu corpo físico, há exactamente 5.000 anos. A duração do ciclo maior do Kālī Yuga é de 432.000 anos, sendo o Kālī, o 4.º e o mais denso dos quatro Yugas ou Eras Cósmicas do Calendário Hindu, correspondendo, por analogia, à Idade de Ferro dos Gregos, período no qual os valores morais declinam e a materialidade sobrepuja a espiritualidade. O termo “KĀLĪ” (negro) refere-se à Deusa Pārvatī, consorte/atributo de SHIVA, responsável pela morte de tudo o que é vil, grosseiro e decrépito. Felizmente este é um dos períodos mais curtos da Idade de Ferro. Sendo que já passaram 5.000 anos, desde o início desta Era, data em que Krishna deixou a Terra, tudo o que foi previsto ocorrer ao longo do seu tempo tem estado a acontecer de forma condensada.

De acordo com um texto no II Volume da Doutrina Secreta, Helena P. Blavatsky diz-nos que a Atlântida, o Quarto Continente ou Quarta Raça Raiz, sofreu grandes perturbações que interferiram com o eixo da Terra, e que deram origem a uma alteração repentina do seu grau de inclinação, que foi tão rápida quanto a sua mudança; se bem que, na verdade, a Terra foi elevada mais do que uma vez fora das Águas – tanto encima, como em baixo, e vice-versa. Diz a tradição que naqueles dias havia “Deuses” na Terra; Deuses e não homens, tal como sabemos agora. Podemos ainda verificar no III Volume da DS, a computação dos períodos, em que o Hinduísmo exotérico se refere a ambos os grandes acontecimentos cósmicos, assim como aos pequenos terrestres, e cataclismos, e o mesmo pode ser mostrado com os respectivos nomes. Por exemplo, o nome Yudhishthira – o Primeiro Rei do Sacae ou Shakas que abriu a Era do Kālī Yuga, que tem uma duração de 432.000 anos, “um Rei verdadeiro que viveu 3.102 anos A.C. - aplica o nome e todo o grande Dilúvio, na altura do primeiro afundamento da Atlântida. Ele é o “Yudhishthira”, nascido na montanha dos cem picos, na extremidade do mundo, para além do alcance onde ninguém consegue ir”, e “logo a seguir ao dilúvio”. Certo é que não temos conhecimento de qualquer “Dilúvio” em 3.102 anos A.C., nem mesmo o do Noé, pois, de acordo com a cronologia Judaico-Cristã, ele teve lugar 2.340 anos A.C. Isto relata uma divisão esotérica do tempo e um mistério explicado algures, e que pode, por conseguinte, ser deixado de lado para o presente.

Dentro das Eras Cósmicas dos quatro Yugas (ciclos), existe uma série de ciclos menores, estando os principais ligados ao fenómeno da precessão dos equinócios (movimento retrógrado dos pontos equinociais), em que o sol no equinócio nasce no ponto vernal onde a elíptica cruza o equador celeste, e fica dentro de determinado signo, marcando as chamadas “eras zodiacais”, cuja duração é de 2.160 anos, perfazendo um ano cósmico de 25.920 anos.
A Lei dos Ciclos é uma das mais complexas e confusas Leis do Universo, e também uma das mais importantes da doutrina Teosófica. Ela existe porque o próprio Cosmos tem a sua existência regida por períodos de Manifestação e de Repouso, conhecidos por Manvantāra e Pralaya. Dentro dos ciclos há infinitos ciclos, sendo o ano um ciclo, dividido em meses, que se dividem em dias, os mesmos em horas, que se dividem em minutos, e depois em segundos, e assim sucessivamente.

Tudo isso corresponde a ciclos de tempo, assim como a reencarnação é a grande lei da vida e do progresso, que está entrelaçada com a lei dos ciclos e a lei do Karma, pelo que as três leis trabalham juntas, e na prática é quase impossível dissociar a reencarnação da lei dos ciclos. Em períodos regularmente repetidos, indivíduos e nações retornam à Terra em correntes definidas, dando lugar ao ressurgimento no globo, das artes, da civilização e dos mesmos indivíduos, que estiveram nele noutras épocas. Sendo que as nações e os povos se encontram ligados por fortes laços invisíveis, um grande número de seres humanos move-se lenta e conjuntamente, e reúne-se de novo em épocas diferentes, emergindo sempre como uma nova civilização, uma nova etnia, à medida que os ciclos percorrem as suas rondas. Por conseguinte, as almas que tomaram parte nas antigas civilizações retornarão, e trarão consigo a civilização anterior, na memória da sua essência. Ao longo desta jornada estão aquelas situações em que os ciclos menores e maiores de Avatares trazem, para benefício da humanidade, as grandes personagens que regulam, de tempos a tempos, a raça humana.

Além disso, o Ciclo dos Avatares inclui vários ciclos menores. Os maiores foram marcados pelo aparecimento de Rāma e Krishna entre os Hindus, de Menes entre os Egípcios, de Zoroastro entre os Persas, e de Budha entre os hindus e outras nações orientais. Budha foi o último dos grandes Avatares, e encontra-se num ciclo maior do que Jesus dos Judeus, pois os ensinamentos deste são praticamente os mesmos que Budha, visto estarem abrangidos por aquilo que Budha ensinou aos que instruíram Jesus. Ainda está por vir outro grande Avatar, que corresponderá a uma combinação das orientações de Krishna e de Budha, que foram de ordem militar, civil, religiosa e oculta. Budha, que administrou a ética, a religiosidade e a parte mística, foi seguido por Jesus. No que respeita a Maomé, o mesmo foi um intermediário menor e líder civil, militar e religioso direccionado para instruir uma determinada parte da raça.

Não obstante, na intersecção de grandes ciclos ocorrem, também, efeitos dinâmicos que alteram a superfície do Planeta, devido à mudança dos pólos do globo terrestre ou a outra convulsão, que se deve na maior parte ao comportamento do Ser humano em relação ao ambiente e ao Planeta. Na verdade, o Ser humano é um grande dínamo, que produz, armazena e irradia energia, e, quando um grande número de seres, que compõem a raça humana produzem e distribuem energia, dá-se um efeito dinâmico resultante na matéria do globo, que será suficientemente poderoso para originar cataclismos. O facto é que podemos comprová-lo pelas vastas e terríveis perturbações por toda a parte do Planeta, através de terramotos e formação de gelo, no que se refere à geologia. Os cataclismos, em geral, ocorrem no início e fim dos grandes ciclos, sendo que as leis principais que regulam os efeitos são a do Karma e a da Reencarnação, que se cumprem de acordo com a regra cíclica. Não só o Ser humano é regido por essas leis, como também cada átomo da matéria é regido por elas, e a totalidade da matéria física está constantemente a sofrer alterações ao mesmo tempo que o ser humano. Porém, no que se refere à forma animal, a lei cíclica afirma que certas formas animais agora extintas, assim como algumas formas humanas, ainda não conhecidas, mas que se suspeita, retornarão novamente dentro do seu próprio ciclo e, de igual modo, certas línguas humanas, que são consideradas mortas, estarão de novo activas e em uso na devida altura cíclica.

Atendendo à filosofia das Leis cíclicas, conclui-se que os terramotos podem ser produzidos por duas causas gerais, sendo a primeira, o abaixamento ou elevação da matéria que está debaixo da crosta terrestre, devido ao calor e ao vapor. A segunda causa deve-se às alterações eléctricas que afectam a água e a Terra ao mesmo tempo. Ao tornar-se fluida, a Terra fica à mercê dos enormes e violentos deslocamentos, de ondas grandes ou pequenas. Da mesma forma, as inundações de grandes extensões são causadas por deslocamentos de água, devido ao abaixamento e elevação de terras que, combinadas com a mudança eléctrica, são induzidas a uma grande descarga de humidade. Concomitantemente, o mesmo se dá com os incêndios em escala planetária de mudanças eléctricas e magnéticas na atmosfera, quando a humidade é retirada do ar, este não só se transforma numa massa ardente, como também sofre uma súbita expansão do centro magnético solar em sete centros, queimando, assim o globo terrestre. Quanto aos cataclismos provocados pelo gelo, não se dão apenas pela repentina alteração dos pólos, mas pelo abaixamento da temperatura devido às alterações das correntes mornas no mar, e das correntes quentes magnéticas do interior da Terra. As primeiras são conhecidas pela ciência, enquanto as últimas não o são. A camada de humidade mais inferior é de repente congelada, transformando subitamente vastas áreas de terra cobertas por várias camadas de gelo.

Assim como existem os pequenos ciclos de tempo, existem igualmente os grandes ciclos de tempo cósmico que regem a existência das galáxias, dos sistemas solares e dos Planetas. Sendo que o Ciclo do Universo é calculado em milhares de biliões de anos, o Ciclo das Galáxias em centenas de biliões de anos, o Ciclo dos Sistemas Solares em dezenas de biliões de anos, e o Ciclo dos Planetas calculado em unidades de biliões de anos, a unidade básica para o cálculo do Tempo Cósmico é o “Kalpa”, que perfaz 4.320.000.000 de anos, que estão sub-divididos nos quatro Yugas, com as seguintes durações:

- Krita ou Satya Yuga, a Idade de Ouro – 1.728.000 anos
- Tetra Yuga, Idade de Prata – 1.296.000 anos
- Dvapara Yuga, Idade de Bronze – 864.000 anos
- Kālī Yuga, Idade de Ferro – 432.000 anos

Todavia, dentro de cada um destes ciclos, repete-se a mesma ordem, isto é, dentro do Kālī Yuga temos uma pequena Idade de Ouro, uma pequena Idade de Prata, uma pequena Idade de Bronze, e uma pequena Idade de Ferro, dentro da grande Idade de Ferro, que é, na verdade, o período que estamos a atravessar actualmente. Esses cálculos provêm dos Upanishads, da secção intitulada “Cômputos de Assuramaya”, que têm uma antiguidade imemorável.

De acordo com um texto extraído do II Volume da “Doutrina Secreta”, de Helena P. Blavatsky, cuja redacção original em sânscrito pertence ao Purāna (livro antigo) de Vishnu (a Segunda Pessoa da Trimurti Hindu), escrita há 5.000 anos, o mesmo apresenta-nos uma descrição dos tempos do Kālī Yuga:
«Haverá monarcas contemporâneos a reinarem sobre a Terra, reis de espírito mau e de temperamento violento, viciados na mentira e na perversidade. Eles infligirão a morte de mulheres, crianças e vacas; apoderar-se-ão do direito de propriedade dos seus súbditos [ou segundo outra leitura, cobiçarão as mulheres dos outros)]. Terão poder limitado …as suas vidas serão curtas, e os seus desejos insaciáveis… Povos de vários países, misturar-se-ão com eles e seguirão os seus exemplos; e, sendo poderosos, os bárbaros [na Índia], sob a protecção dos príncipes, e afastadas as tribos mais puras, o povo perecerá [ou, como diz o comentário; “os Mlechchhas estarão no centro, e os Āryas na extremidade”]. O bem-estar e a religiosidade diminuirão de dia para dia, até que o mundo se torne completamente depravado… O património conferirá por si só a posição social; a riqueza será a única fonte de devoção; a paixão será o único laço de união entre os sexos; a falsidade será o único factor de sucesso nos litígios; e as mulheres serão usadas como objecto de satisfação puramente sexual… a aparência externa será o único distintivo das diversas ordens de vida. A falta de honestidade [anyāya] será o meio de subsistência universal; a fraqueza… a causa da dependência; a ameaça e a presunção serão substituídas para aprendizagem; a liberdade valerá como devoção …o homem rico será reputado puro… o consentimento mútuo substituirá o casamento; e os ricos trajes constituirão a dignidade… Aquele que for mais forte reinará… o povo incapaz de suportar os pesados ónus [khara-bhāra, o peso dos impostos] … procurará refúgio nos vales… Assim, na Idade do Kālī Yuga a decadência prosseguirá constantemente, até que a raça humana se aproxime do seu aniquilamento [Pralaya].

Quando… o fim da Idade de Kali estiver perto, descerá sobre a Terra uma parte daquele Ser Divino, que existe por sua própria natureza espiritual [Kālki Avatāra]… dotado com as oito faculdades super-humanas… Ele restabelecerá a justiça sobre a Terra; e as mentes dos que viverem até ao fim do Kālī Yuga serão despertadas e tornar-se-ão tão diáfanas como o cristal. Os homens assim transformados… serão como as sementes do verdadeiro homem (o Eu Superior), e darão origem a uma raça que seguirá as leis da Era Krita (ou idade da pureza). Tal como se diz: “Quando o Sol e a Lua e (o asterísmo Lunar) “Tishya”, e o Planeta Júpiter se juntarem na mesma casa, a Era Krita [ou Satya] voltará…»

Blavatsky prossegue: «Quer esteja certo ou errado, no que respeita à última Profecia, as “bênçãos” do Kālī Yuga estão bem descritas, e servem de maneira admirável, até mesmo com o que se observa e ouve na Europa e outras terras civilizadas e Cristãs, em pleno século XIX da nossa grande Era de ILUMINAÇÂO».

A descrição feita por Helena Blavatsky no século XIX reportando-se à Índia, não é tão diferente do que se passa actualmente, de forma ainda mais agressiva, no nosso Século XXI, e Terceiro Milénio, do Esclarecimento, onde inclusive na Índia estão a acontecer coisas atrozes. Não só na Índia, mas em todo o mundo, temos estado a observar a densidade do Kālī Yuga, que tem assolado o Planeta inteiro, provocando grande sofrimento humano, devido às diversas calamidades que se têm abatido sobre a Terra, e onde vemos os governos da maior parte das nações a escravizarem os seus povos, dominando a exploração e a corrupção, a violência e a falta de escrúpulos do homem pelo homem, etc.

Enganem-se aqueles que dizem que com o fim do ciclo do Calendário Maia, como sendo o fim de uma Era (que anunciava um falso fim do mundo) a 21/12/2012, havia chegado o fim do Kālī Yuga, pois estão cegos para a realidade! As perturbações que temos estado a observar no mundo inteiro de vária índole, é sinónimo de que o fim do Kālī Yuga, embora esteja para breve segundo os cálculos cósmicos, no nosso tempo actual ainda está muito longe. O cálculo das datas cósmicas é impossível de ser comparado ao das nossas datas tempo-Terra. O Homem terá de mostrar ainda a mudança do seu comportamento em relação à humanidade e a sua ligação à natureza. Ainda que os cálculos cósmicos estejam a ser acelerados, grandes mudanças e crises ainda estão para vir e serão observadas na Terra até que consigamos entrar num pequeno ciclo de Satya, ou seja Idade de Ouro, dentro do grande Kālī Yuga.

Na verdade, a data acima referida, de 21/12/2012, do fim de um ciclo, deve-se a uma descoordenação interpretativa de datas, de acordo com o nosso calendário e a história do Calendário Maia, que é pouco credível, visto que o mesmo foi baseado em interpretações pseudo-astrológicas de um Professor Universitário, José Arguellas, que se dedicou muito a escrever sobre os Maias. Como é a interpretação de uma astrologia Maia veio criar este tipo de informação, que temos conhecimento e deu origem a uma alienação colectiva de falsos profetas.
A Teosofia não prediz nenhum fim completo da humanidade. Ela fala-nos que houve no passado remoto vários cataclismos periódicos e cíclicos, com mudanças geológicas drásticas, envolvendo a devastação de várias zonas do mundo, engolidas pela água, devido à inclinação do eixo da Terra, que destruíram Continentes (civilizações), tendo-se dado a última catástrofe diluviana (há cerca de 10.000 anos A.C.), devido a uma deslocação extrema da órbita terrestre, cuja descrição pode ser encontrada no livro de Enoque. A causa desta última catástrofe deveu-se à degeneração e decadência da Raça Atlante, que começou a canalizar os seus poderes ocultos para fins destrutivos e egoístas, assim como a profanação das forças ocultas para seu benefício e egoísmo, que a levou à magia negra. A destruição de antigos Continentes não levou à extinção por completo das raças, visto que as populações que escaparam sobreviveram quando se deram as migrações para diferentes partes do mundo, guiadas por chefes espirituais e sacerdotes, antes de se darem as catástrofes, e houve épocas em que foram para outras terras e desenvolveram impérios sumptuosos, e outras misturaram-se com as populações indígenas sobreviventes do antigo Continente da Lemúria.

De facto, as Profecias são feitas com base em advertência à Humanidade, visto que se o homem seguir um caminho anti-natural, de violação das Leis Cósmicas e Divinas sujeita-se a obter colheitas dolorosas. Na verdade, o homem é o maior causador de todos os cataclismos, por não tomar consciência das suas acções, e contaminar constantemente os níveis de recursos que o Planeta tem, que são a maior causa dos cataclismos, terramotos, furacões e outros processos destrutivos. O Homem tem sido o motivador principal dos terríveis acontecimentos que estão em curso, pelo drenar desmedido do gás natural da Terra, por desviar os cursos de água, e pela extracção descontrolada do petróleo.

Por isso as Profecias são sempre condicionadas, porque se o Homem não se opuser ao mau caminho que leva, irá acontecer-lhe isso e muitas outras coisas. O que quer dizer é, que se o Homem corrigir os seus passos e andar neste mundo correctamente, no tempo em que está anunciada uma desgraça, e o facto dela não acontecer, não indica que o Profeta falhou, mas que a Profecia teve efeito e a humanidade corrigiu o que estava errado. Os próprios profetas dizem que as profecias não são definitivas (caso de Saint Germain), pois depende do homem mudá-las e nada acontecer, devido ao seu bom comportamento. As crises geradas pelos homens subsistem para que eles as curem, sendo que tudo está na mão do Homem e é mutável…
   


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Impresso em 21/6/2021 às 23:51

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