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Tratado de Meditação Baseado Nos Yoga Sūtras de Patañjali - 2ª EdiçãoAmpliar
Tratado de Meditação Baseado Nos Yoga Sūtras de Patañjali - 2ª Edição de Maria Ferreira da Silva
Editora: Publicações Maitreya
Ano de edição: 2007
Idioma: Português
Disponibilidade: em stock
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Pela Meditação encontra-se o natural e sublime estado do Ser. Ela conduz à realização interior e à compreensão da razão da existência, e leva ao conhecimento e ao sentido profundo da morte. Culmina no estabelecimento do estado consciente de filiação Divina.
A Meditação é o meio pelo qual se obtém a serenidade, permitindo enfrentar a vida com força e profunda compreensão.
Se somos fiéis a uma prática de Meditação, esta prática conduzir-nos-á de uma forma de Meditação a outra e, por uma voz tranquila interior, receberemos a direcção divina para cada passo do caminho. Ela penetra, numa atmosfera de receptividade, nos Planos Superiores de Consciência.

"Todo aquele que mediante a busca interior alcança o estado de «kaivalya», chega consequentemente à compreensão do Absoluto. Todo o processo deste caminhar espiritual está relacionado com as mutações operadas através da mente e das experiências interiores, em que se ganha o discernimento e a discriminação, pela remoção de todos os «gunas», que são os impedimentos para a Consciência fundamentar-se em si mesma. Quando isto acontece, a pessoa realiza a sua natureza última, num distanciamento e renúncia ao irreal fenoménico, alcançando a verdadeira libertação ou o Grande Despertar. Frente à Transcendência ou Essência Divina que é «Purusha», na contemplação do Absoluto, toda a ignorância é destruída.
«Kaivalya» é o final de todo o processo desenvolvido neste caminho de inteligência, cuja meta é o conhecimento consciente de Deus e para cuja realização foi necessário o desenvolvimento de certas percepções e sensibilidades.
A Renúncia não implica «deixar», mas significa antes um estado de consciência que, quando se realiza a Verdadeira Vida interior, culmina na indiferença ao exterior. Os estados interiores é que, ao revelarem-se compreensões, fortificam o ser na ligação com o Divino, contribuindo então para o desapego e a consequente renúncia ao mundo. A forma de sentir e de pensar do renunciante é o resultado da expansão de consciência e de uma nova noção de ser. A Renúncia não é uma ideia ou conceito de religiões ou de algum iluminado; ele é o caminho de todos os seres que alcançam e alcançarão a União Divina. Também não é um mero desprendimento, mas engloba um processo de contínua transformação que vai dando a percepção do que é útil e do que se busca. Deste modo, a Renúncia, sendo um caminho de despojamento, é sobretudo uma senda de enriquecimento interior na descoberta dos bens do Espírito e ela deve ser um estado permanente interior. Esta palavra geralmente assusta aqueles cujas vidas são centradas num sentido de posse e na personalidade. A Renúncia pode surgir de dois modos; ou se renuncia seja ao que fôr em prol de um ideal, de um objectivo superior, ou então a aspiração, subtil e I naturalmente, leva à renúncia. Ela está sempre implícita para qualquer caminho que se escolha trilhar e que leve à libertação e integração Absoluta ou União Divina."
Flor de Lótus
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