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Na realidade, hoje o conceito de Deus está a mudar e a ajustar-se a uma humanidade que já atingiu determinada evolução espiritual feita ao cabo de milénios, onde foi principalmente conduzida através das religiões e filosofias, aperfeiçoando os aspectos mais primários ou rudimentares da natureza humana. Naturalmente, tendo o bem como premissa, era necessária a Fé baseada num modelo de perfeição para a ligação ao Divino - caso de Jesus e de Buddha os quais têm exercido maior influência, tanto no Ocidente como no Oriente - estando agora essa qualidade já realizada numa boa parte da humanidade. Cabe, então, prosseguir para essa Inteligência - Consciência mais elevada, através da própria inteligência de forma mais consciente. Cada um, com a sua própria inteligência pode chegar directa e pessoalmente a Deus, pois estes modelos (Jesus e Buddha) que nos serviram de impulso evolutivo na base da fé e do amor, encontram-se já assimilados nos seres mais evoluídos. Daqui em diante, justifica-se a vinda de novos exemplos, seja na ordem da religiosidade, da espiritualidade ou, até de contributos científicos que possam elevar, colectivamente, a mentalidade humana e desencadear mais inteligência. Deus é, sobretudo, uma Dimensão de Inteligência, e quando vier alguém mais integrado nessa Inteligência, então servirá de modelo para mais um impulso colectivo de Consciência.
Data: 16 Jul 2021
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«É das florestas e contrafortes dos Himālayas que provavelmente brota este Cântico de exaltação do Um, da Unidade do Eu individual e do Eu Divino, do Espírito e da Divindade, do Ātman e de Brahman que nos chega hoje às mãos, transcendendo bem o espaço e o tempo. Escrito na forma de diálogo, à boa maneira dos Upaniṣadas, entre dois conhecedores ou mestres do Espírito Supremo, o sábio Aṣṭāvakra e o rei Janaka, figuras entre o histórico e o lendário, de contornos enriquecidos por histórias e lendas que se esfumam num tempo tão mítico como é o da Índia, sempre tão aberta ao eterno». A Colecção “Luz do Oriente” quer trazer aos leitores de língua portuguesa tanto textos clássicos, como ensaios ligados à tradição religiosa, filosófica e metafísica do Oriente e em especial da Índia. A Aṣṭāvakra Gītā, a que demos o subtítulo de Cântico da Consciência Suprema, obra anónima indiana da tradição Advaita Vedānta, é um ensinamento profundo de grande força iluminadora sobre a essência do Espírito, do Homem e do Universo, comparável à Bhagavad Gītā, na desvendação da Consciência e do Ser Primordial. Este clássico da literatura mística não-dual, traduzido pela primeira vez do sânscrito para o português pelo Dr. Pedro Teixeira da Mota, um conhecedor das vias de realização indianas, e em particular do Yoga Vedānta e da meditação, que aliás tem compartilhado ao longo dos anos, está enriquecido pela introdução, notas, comentários, posfácio e um glossário dos vocábulos e conceitos sãoscritos mais importantes utilizados.
Data: 15 Jun 2021
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Livro - Bhagavad-Gītā de Rājarāma Quelecar
Bhagavad-Gītā, que, literalmente, significa «cântico divino» é um episódio do Mahābhārata - a grande epopeia indiana obra monumental de Vyāsa – publicado em separata, quinhentos anos antes da era cristã e traduzido em quase todas as línguas literárias da Índia, desde os Himālayas até ao cabo Camorim e em várias outras do mundo. É uma das obras primas da literatura mundial e a melhor joia da literatura indiana. A Gītā ensina-nos que a finalidade do homem é a sua espiritualidade, e que todo o homem deve trabalhar sem esmorecer para alcançá-la, utilizando para esse fim, todas as suas possibilidades, esclarecendo-nos mais as verdades superiores da filosofia e da religião, a conduta do homem na sociedade e a da sociedade humana no mundo cósmico. Quando deixarmos de nos limitar neste centro estreito que é o nosso corpo realizaremos então, Deus, em nós que é o nosso Eu. São estes e outros ensinamentos que tornam o poema maravilhoso. Kuru é o nome dum importante «clã» ariano. Os ārias depois de se estabelecerem na Índia trouxeram à cultura uma grande região da terra que, mais tarde, se chamou Kurukśetra (campo de Kuru) e fundaram o reino de Hastināpura (hoje Delhi). Sendo esse campo a primeira obra geo-económica dos ārias, os seus descendentes consideraram-no como sagrado e fizeram dele o lugar para todos os dias, celebrarem os seus sacrifícios religiosos e praticarem austeridades.
Data: 18 Mar 2021
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O Rosto e a Obra de Maria Ferreira da Silva
"O Rosto e a Obra", que consta de entrevistas a vários autores realizadas por António Paiva, inserem-se agora em livro e dada à estampa pela Espiral. Realizadas em 2014 foram revistas e actualizadas para esta obra, da qual destaco alguns autores: Maria J. Costa Félix, Manuel J. Gandra. José Manuel Anes, Vera Faria Leal e Pedro Teixeira da Mota. No Prefácio de António Paiva pode-se ler: Com este projecto pretendemos divulgar a obra de autores nacionais na área da espiritualidade e, também, trazer à luz aspectos menos conhecidos dos seus percursos individuais. Dúvidas, inquietações e anseios. Pessoas e movimentos que conheceram e marcaram. Outros países que os acolheram e influenciaram. Propósitos e missões a que se entregaram de corpo e alma. Reflexões sobre a vivência da espiritualidade nos tempos que decorrem e no país que habitam. Enfim, de que forma os seus destinos forma sendo construídos.
Data: 31 Jan 2021
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A Escrita Perfeita - Sânscrito de Maria Ferreira da Silva
Esta obra tem a vantagem de proporcionar uma viagem no tempo através dos mitos, lendas, cosmologias, personagens notáveis, filosofias e religiões, mas também a si mesmo. A viagem completa-se nesta junção do religioso e mítico, num espaço geográfico vasto e peculiar com povos de características próprias e associados às forças da natureza, que moldam a Índia na sua magnitude humana e espiritual. É um facto, que desde a beleza arquitectónica dos templos, das artes, dos festivais religiosos, à prática da meditação num āśrama, tudo convida subtilmente à espiritualidade que qualquer peregrino aspira aceitar e experienciar. Fica aqui, o registo das mais belas viagens que a Índia nos oferece; a própria Língua, o Sânscrito como Escrita Perfeita, que nos leva também às mais recônditas paragens internas, para então realizar a verdadeira vida espiritual, que cada um pode encontrar no seu próprio coração.O Sânscrito tem esta qualidade quase mágica de elevar o pensamento, não por erudição, mas pela riqueza verbal que purifica a mente e refina a inteligência, fomentando a evolução espiritual, objectivo que faz parte do contexto para o qual esta língua foi criada. De facto, ela é muito completa, pois comporta elementos valiosos de superação humana no seu contexto superior, que é a Realização do Divino de forma inteligente.
Data: 02 Out 2020
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