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A Felicidade do Caminho de Maria Ferreira da Silva
Esta obra de carácter espiritual, baseada na autorrealização, na qual se inclui a minha biografia, vem no seguimento de outras de idêntico cariz. É uma narrativa especialmente dedicada às memórias de uma vida de Serviço ao mundo, e de labor interno, que se deve à consciência da responsabilidade do caminho espiritual, sendo por essa razão que aqui se insere um alerta em relação ao deslumbramento por poderes espirituais, e à ilusão de que se pode obter rápida e facilmente a iluminação. O caminho espiritual é naturalmente gratificante; ele contém felicidade, ventura, criatividade e poder, mas, devido à ignorância dos próprios seres, permite também muita ilusão, tal como uma sedutora miragem de um oásis no deserto. Porém, se não fosse essa miragem (a ilusão), o ser humano não ousaria de livre vontade dar o passo para a autotransformação, pois intuitivamente sabe, que essa via implica uma “crucificação” dolorosa do seu próprio Eu, que inevitavelmente, o conduzirá ao despojamento das suas efémeras ilusões. De facto, para que ocorra essa metamorfose, a ilusão pode ainda constituir um impulso à própria realização espiritual e é esta (realização), que gradualmente a vai destruindo (ilusão). O caminho da autorrealização tem a finalidade de conduzir o intrépido peregrino na demanda da Realidade e torna-se, então, imperioso para aquele que ouve o chamamento espiritual, segui-lo, pois, o Som como Eco longínquo arrasta para um mar de delícias infinitas...
Data: 25 Jan 2023
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Na realidade, hoje o conceito de Deus está a mudar e a ajustar-se a uma humanidade que já atingiu determinada evolução espiritual feita ao cabo de milénios, onde foi principalmente conduzida através das religiões e filosofias, aperfeiçoando os aspectos mais primários ou rudimentares da natureza humana. Naturalmente, tendo o bem como premissa, era necessária a Fé baseada num modelo de perfeição para a ligação ao Divino - caso de Jesus e de Buddha os quais têm exercido maior influência, tanto no Ocidente como no Oriente - estando agora essa qualidade já realizada numa boa parte da humanidade. Cabe, então, prosseguir para essa Inteligência - Consciência mais elevada, através da própria inteligência de forma mais consciente. Cada um, com a sua própria inteligência pode chegar directa e pessoalmente a Deus, pois estes modelos (Jesus e Buddha) que nos serviram de impulso evolutivo na base da fé e do amor, encontram-se já assimilados nos seres mais evoluídos. Daqui em diante, justifica-se a vinda de novos exemplos, seja na ordem da religiosidade, da espiritualidade ou, até de contributos científicos que possam elevar, colectivamente, a mentalidade humana e desencadear mais inteligência. Deus é, sobretudo, uma Dimensão de Inteligência, e quando vier alguém mais integrado nessa Inteligência, então servirá de modelo para mais um impulso colectivo de Consciência.
Data: 10 Out 2022
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livro - Bhagavad-Gītā de Rājarāma Quelecar
Bhagavad-Gītā, que, literalmente, significa «cântico divino» é um episódio do Mahābhārata - a grande epopeia indiana obra monumental de Vyāsa – publicado em separata, quinhentos anos antes da era cristã e traduzido em quase todas as línguas literárias da Índia, desde os Himālayas até ao cabo Camorim e em várias outras do mundo. É uma das obras primas da literatura mundial e a melhor joia da literatura indiana. A Gītā ensina-nos que a finalidade do homem é a sua espiritualidade, e que todo o homem deve trabalhar sem esmorecer para alcançá-la, utilizando para esse fim, todas as suas possibilidades, esclarecendo-nos mais as verdades superiores da filosofia e da religião, a conduta do homem na sociedade e a da sociedade humana no mundo cósmico. Quando deixarmos de nos limitar neste centro estreito que é o nosso corpo realizaremos então, Deus, em nós que é o nosso Eu. São estes e outros ensinamentos que tornam o poema maravilhoso. Kuru é o nome dum importante «clã» ariano. Os ārias depois de se estabelecerem na Índia trouxeram à cultura uma grande região da terra que, mais tarde, se chamou Kurukśetra (campo de Kuru) e fundaram o reino de Hastināpura (hoje Delhi). Sendo esse campo a primeira obra geo-económica dos ārias, os seus descendentes consideraram-no como sagrado e fizeram dele o lugar para todos os dias, celebrarem os seus sacrifícios religiosos e praticarem austeridades.
Data: 02 Set 2022
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Medicina Natural de Lubélia Travassos
O livro é uma colectânea que resulta, na maior parte, na minha própria experiência, como vegetariana há 50 anos, de estudos e investigação, durante toda a minha vida, que me tem levado, em parte, à manutenção da minha saúde, de forma natural, não descurando, também, a Medicina Tradicional. Este livro (com 400 páginas) está dividido em três partes, estando a primeira parte ligada à História da Medicina e à sua antiguidade, aos Pais da Medicina, de regresso ao passado, das Medicinas Naturais e Alternativas, das várias Curas e Terapias Naturais e Esotéricas, da Medicina Universal Oculta, onde explica a causa de muitas doenças. Refere, também, uma visão Esotérica sobre as Drogas e o Alcoolismo, e como ajudar a regenerar o toxicodependente. Ajuda, igualmente, a auto cura de certas doenças e dependências. A segunda parte é um pequeno livro sobre o Vegetarianismo e os seus benefícios, e as suas diversas categorias, assim como faz alusão às questões de saúde, económicas, ambientais, ecológicas, espirituais, e éticas, etc.. Refere à existência do Vegetarianismo na Bíblia e na história das religiões, e às razões ocultas, assim como o depoimento de vegetarianos famosos.
Data: 31 Jul 2022
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Os Vedas de Maria Ferreira da Silva
Os Vedas – Ṛg-Veda, Sāma-Veda, Yajur-Veda, e Atharva-Veda constituem o monumento religioso e literário mais antigo existente, das chamadas línguas indo-europeias. Toda a literatura védica possui um carácter profundamente sagrado, pelo reconhecimento da condição de Revelação, śruti, “o escutado” ou “ouvido”, a revelação do conhecimento divino. O núcleo mais antigo da literatura contida nos Vedas é constituído pelos Saṃhitās, “colecções” de hinos védicos. A composição do Veda deve-se aos Ṛṣis, seres sábios inspirados pelo divino, que os ouviram e conservaram graças à tradição smṛti, “o recordado” ou “memória”, até serem reunidas e ordenadas e postas por escrito. Seus nomes persistem na tradição brahmânica, cujas figuras semi-míticas e honrosas inspiram a Índia desde tempos remotos.
Data: 21 Jul 2022
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