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Do pouco que o ser humano pode argumentar conhecer, ele é talvez o expoente máximo dos organismos manifestados conscientes na Natureza, tendo uma estrutura, função e funcionamento que deixam perplexo qualquer indivíduo que dedique algum tempo de pensamento ao assunto. O seu corpo físico é um conjunto de células e microorganismos que trabalham em sincronia, em constante comunicação, e é desta comunicação e da sua acção conjunta e em uníssono que resultam todos os processos do nosso corpo, e todas as acções – mentais ou físicas – que levamos a cabo. O nosso organismo foi talhado para isto ao longo do tempo que mencionámos, e está preparado para se manter em constante equilíbrio interno e com o meio exterior de forma a salvaguardar a sua integridade.
Data: 14 Out 2021
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Ser saudável de Miguel Ledro Henriques
A capacidade para a auto-regulação emocional é o factor central para atingir e manter aquele estado a que chamamos felicidade: o indivíduo, para ser absolutamente livre dos condicionamentos e influências externas não desejadas que arrastam a maioria das pessoas como papéis numa tempestade, deve descobrir e interiorizar que nós somos os únicos responsáveis pela nossa experiência. Isto é, as condições externas são o que são, e podem variar entre o paradisíaco e o infernal, mas a maneira como nós reagimos a isso é que tem impacto naquilo que pensamos, sentimos e somos, e aquilo que pensamos/sentimos/somos é o que determina as nossas circunstâncias internas e externas futuras. Portanto, o nosso nível de consciência e a nossa capacidade de auto-regulação emocional são, na verdade, os únicos determinantes da nossa experiência, do nosso presente e futuro, da nossa vida.
Data: 03 Ago 2021
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O Sol, vitamina D, a saúde e a doença de Miguel Ledro Henriques
A exposição solar tem sido alvo de uma enorme atenção por este mundo fora pela sua dita relação com o cancro da pele (melanoma e carcinoma pavimento-celular), e as confusões relativamente à realidade têm tido como consequência que a população tem agora medo do contacto com o sol, evitando-o ao máximo e utilizando protectores solares quando evitar não é possível. Não é, no entanto, de todo, esta mensagem que a comunidade científica tem tentado passar, ou pelo menos acreditamos que não propositadamente, e a falta de exposição solar tem consequências graves para a saúde. O problema é de tal ordem que os mais recentes estudos indicam que cerca de 75 % da população têm défice de vitamina D, a vitamina produzida por exposição ao sol, sendo que este défice está envolvido no aparecimento de doenças cardiovasculares, doenças oncológicas, doenças metabólicas, neurológicas, auto-imunes e muitas outras patologias crónicas.
Data: 31 Jan 2021
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Plantas, comida, fitoterapia e a saúde de Miguel Ledro Henriques
Alimentação. As plantas existem neste planeta desde muito antes de nós, e os organismos animais evoluíram para utilizar as substâncias que elas produzem e utilizam para nosso próprio benefício. Aliás, o consumo de plantas é uma necessidade, já que são elas que nos dão a maior parte das vitaminas, sais minerais e enzimas de que necessitamos, não só para o que nosso organismo funcione na plenitude das suas capacidades, mas para sobreviver a um nível fundamental. É de facto uma demonstração enorme das capacidades do organismo humano que, com o estilo de vida actual que leva, sobretudo no que concerne à alimentação – alicerçada em produtos de origem animal, com açúcares adicionados e tão processada – viva durante tanto tempo sem doenças, ou que sobreviva a estas tanto tempo. Felizmente, há soluções. Há poucas coisas tão estudadas pela nossa ciência e com resultados tão homogéneos como o facto de que uma alimentação baseada em vegetais, fruta, sementes, frutos secos, algas, ervas aromáticas e cogumelos é protectora e sanadora para com todos os grupos de doenças – para além de aumentar a longevidade --, enquanto que uma dieta à base de produtos de origem animal, com açúcares adicionados e produtos processados está associada a um aumento do risco e gravidade de todos os grupos de doenças conhecidas, assim como a uma diminuição da longevidade.
Data: 26 Dez 2019
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Os Cereais de Ana Sofia de Carvalho
Passaram-se várias décadas até que os cientistas e nutricionistas se dessem conta de que a farinha refinada não é tão saudável como a integral. Os cereais integrais além de conterem fibra que é indispensável para o bom funcionamento do intestino, contêm também outros componentes que se prova serem de grande poder curativo e preventivo sobre as chamadas doenças “doenças da civilização” (câncer, diabetes, arteriosclerose, cáries dentárias). Tanto as massas como o pão devem ser de preferência integrais, pois se são refinados ficam desprovidos da maior parte do gérmen e farelo, o que os torna em alimento pobre em fibras, vitaminas do grupo B e minerais. Consumi-los com vegetais ajuda a equilibrar estas carências. Também enriquecer com levedura de cerveja ou de tórula e/ou gérmen de trigo é uma boa opção pois, estes produtos já são ricos em vitaminas, minerais e oligoelementos.
Data: 07 Abr 2019
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