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Reflexão
Não há Amor sem renúncia, sem abertura do coração. Não esperes pelo Amor. Vai ao seu encontro.      Dugpa Rimpoché

Dharma de Maria Ferreira da Silva

Sem dúvida que o ser humano dentro de certos limites controla o “seu destino”, e pode sempre reiniciar a sua actividade em prol do bem a si mesmo, e os efeitos serão reconhecidos como uma maior independência das circunstâncias que o limitam. Sendo o ser humano em certa medida o arquitecto da sua própria vida é também, o iniciador dos seus próprios problemas, mas que pode empregar sempre a vontade, no sentido de aplicar esforços na resolução do seu próprio drama, e assim desencadear o processo evolutivo conscientemente. Ler mais  Ler

Shakuntala (Śakuntalā) de Abanindranath Tāgore

De todas as línguas do mundo o sânscrito foi sem dúvida a que produziu a mais abundante literatura. Dos poemas líricos, dois se destacam pela perfeição o Meghaduta e Śakuntalā ambos de Kālidāsa, que alcançou a maior popularidade tanto na literatura indiana, como na do ocidente. Kālidāsa, é assim considerado uma luz no firmamento literário do mundo. A riqueza da sua visão criadora, a sua percepção das belezas da natureza, aliada a uma melodiosa cadência métrica, é a combinação perfeita que colocam Śakuntalā, na vanguarda das obras líricas, pela suprema criatividade. Segundo a tradição indiana, Kālidāsa era um brâmane contemporâneo do rei Vikrama – Ādtya de Ujjayini por volta de 57 A.C. o qual teria protegido alguns literatos na sua corte. Embora seja incerta a data ou mesmo a era deste poderoso monarca protector das letras, situa no entanto a vida de Kālidāsa, havendo por isso limites entre 150 A.C. a 634 D.C.. É portanto, no século I A.C., que a tradição coloca Kālidāsa. Śakuntalā, a jóia indiana, em peça de teatro, começa por uma evocação à Divindade. Śakuntalā é o nome de uma jovem de 18 anos que foi criada na floresta, feliz no meio da natureza, educada por um sábio. Aqui, o saber é expresso nos diversos estados de alma de cada personagem, em diálogos que demonstram a espontaneidade não só dos sentimentos, como de uma fraternidade que comove pela pureza, que ainda hoje grande parte da humanidade não atingiu. A mística e espiritualidade fluindo pela boca dos participantes revela a grandiosidade do pensamento e da vivência quotidiana, assente na profunda filosofia e religiosidade da Índia. É de uma magia transcendente este excelente conto, que atinge delicadas nuances de universalidade. Ler mais  Ler
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Local: Ericeira - Mosteiro Budista

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