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Caminhando pelos Céus de Joana Consiglieri
A contemplação do Cosmos origina uma das maiores viagens do espírito, provoca os sentimentos mais profundos do ser; reduz-nos à nossa insignificância; transporta-nos ao estremecimento, à grandeza, ao infinito, ao sublime, mas também à anulação do ego . Unifica o ser humano com o cosmos, o Uno. O mistério do universo começa com o silêncio, a plenitude, o sentimento de união com o Todo. Todavia, nem sempre se consegue escutar o silêncio, nem captar o mistério, nem mesmo percepcionar o detalhe de todas as «coisas». As coisas-em-si revelam-se por pormenores microscópicos e pela grande extensão do Universo, e o ser humano poderá contemplá-las e experimentá-las através da percepção e da experiência da união. Mas, simultaneamente, toma consciência do seu interior, o «eu», e do «inconsciente colectivo» junguiano [série de desenhos: Lamas, 2014]. A experiência de Unidade produz uma transformação no ser humano, a união com o Todo, tal como afirma Svâmi Prajnânpad: «c’est s’éprouver un avec tout» . O caminho da ascensão aos céus é um devaneio solitário, uma viagem sem regresso, ímpar, na medida em que nos transforma. Embarcamos numa viagem cósmica e tornamo-nos exploradores das multidimensões matemáticas . Este caminho segue numa linha curva e orgânica, tal como o Espaço: orgânico, fluido e em constante transmutação. Num movimento dinâmico, retorna ao mito dos céus antigos cujo significado continua oculto para o comum dos mortais.
Data: 14 Out 2015
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A Academia de Arte de Veneza é uma das relíquias, guardada em magnífico edifício, outrora escola de pintura que, principalmente no Renascimento, albergou alunos notáveis. Originalmente, contém uma luz espiritual que irradia por si só, livremente, para acolher o feliz e digno visitante. É sob esta grata influência que, maravilhados, encontramos passo após passo, sala após sala, imagens das mais belas cores e contrastes, que nos conduzem a dimensões infinitas de criatividade. A admiração e a solenidade fez-nos parar diante de uma das mais transcendentes pinturas daquele que foi indiscutivelmente, grande: Ticiano.
Data: 21 Jul 2015
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Arquitectura maravilhosa de Shahid Akhter Makhfi
Use a sua imaginação para vagar pelas caravanas nas regiões quase desertas do oeste da Índia. Pode viajar de noite, guiando-se pelo céu espargido de estrelas que lhe dizem as horas. Logo será dia e estará aproximando-se da parada estimada – um vav ou um stepwell onde pode passar uma grande parte do dia relaxando e refrescando-se para a próxima jornada. Este é o 15º século de Gujarat e são preferíveis jornadas nocturnas para evitar o sol forte do meio-dia ou a tempestade da tarde que pode sujar a sua bagagem. Ninguém teme viajar de noite, já que são muito raros os roubos pela região. Imagine os 32 anos do reino do Sultan Ahmad Shah com apenas dois crimes registados!
Data: 12 Fev 2015
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Mesmo que eles tenham sido criados no século III ou séculos seguintes, tanto os lugares como a arte budista na Índia continuam a inspirar. Até ao século II a.C., os lugares criados deram uma sublime mensagem de amor e autodisciplina. Já o Budismo nasceu de uma visão filosófica da vida. Podemos ver a arte que foi criada para esta fé, uma arte preenchida com a dignidade dos seres humanos e outros seres envolvidos na conduta correcta. É também uma arte que reconhece a alegria e a abundância fértil da natureza. O Budismo lida com o mundo material que nos rodeia, sendo Māyā, uma ilusão. O grande objectivo da vida é levantar os véus da ilusão para ajudar-nos a ver mais além.A magia de Māyā é poderosa e difícil de superar. Ficamos presos a este mundo ilusório, cheio de desejos. O poder de Māyā é plenamente reconhecido nesta arte que mostra a ordem ilusória natural à nossa volta. De facto, a primeira divindade budista e arte indiana é Māyā, vista sob a forma de yakshas e yakshis. Conforme yakshi toca a árvore acima dela, irrompe em flor e fruto: essa é a magia de Māyā.
Data: 24 Ago 2014
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Pré-Rafaelitas de Maria Ferreira da Silva
A “Confraria Pré-Rafaelita” foi um movimento de artistas ingleses em 1848. Os três membros mais influentes foram Dante Gabriel Rossetti, John Everett Millais e William Holman Hunt. A Escola Pré-Rafaelita envolve todo um programa artístico, espiritual e reformador após uma época marcante vitoriana, sendo por isso um movimento que recusa as regras académicas clássicas. São jovens totalmente empenhados no serviço que prestam através da arte, para mostrar a beleza e a verdade, e militam por uma reforma fundamental através da pintura, inspirada nos ideais espirituais para saírem do declínio da arte inglesa. A pintura dos P.R. sobretudo abriu uma porta, não necessariamente a uma doutrina mas a uma atitude, onde o essencial era quebrar as convenções tradicionais e ocasionar uma revolução na pintura, com a simplicidade da construção das formas e de um simbolismo enriquecedor. Este grupo, de Rossetti e dos seus amigos (mais tarde Burne Jones e William Morris), reunia secretamente e eram considerados “aventureiros”, por abalarem as normas morais e sociais mais conservadoras.
Data: 11 Ago 2014
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