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Manter o equilíbrio psicossomático é possível através de certos requisitos, e de entre eles, a alimentação. A solução de doenças quando em curso, bem como a sua prevenção, passa por regras de nutrição, que afinal, deveriam já estar incluídas como imprescindíveis, ao bom funcionamento do organismo físico do ser humano.



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A Criança e o Universo

de Ana Isabel Marques

em 01 Mai 2006

  Daremos início neste Tema a uma série de 6 lições sobre a Educação e Alimentação das Crianças, de Ana Isabel Marques de quem já conhecemos outros trabalhos nomeadamente de Geometria Sagrada. De facto, a alimentação tem um valor fundamental no equilíbrio psicossomático e a solução de doenças quando em curso, bem como a sua prevenção, passa por regras de nutrição, que afinal, deveriam já estar incluídas como imprescindíveis, ao bom funcionamento do organismo físico do ser humano. A autora começa pela inserção da criança no seio familiar e sua educação, depois regras alimentares e, conclui com algumas noções de “primeiros socorros” pelas curas mais naturais.

EDUCAÇÃO

Um dos problemas mais importantes que se manifestam nas crianças actualmente é a falta de adaptação. É preciso ensinar a criança a sobreviver. De forma geral as crianças são inocente, humildes e honestas, mas com a convivência com os adultos, começam a perder estas qualidades, procurando imitar o seu comportamento.

Família
Quando se pensa na família como modulo fundamental para a construção de um mundo futuro melhor, é evidente que ela se torna o microcosmos de todo o planeta, é o local de produção das futuras gerações que vão transformar a sociedade e que, com o tempo, irão também contribuir para um mundo «melhor». No seio da família tanto o adolescente como a criança fazem o seu treino social, ou seja, ao serem-lhes dadas as noções fundamentais e os valores, não só relativos à família mas também aos ideais sociais, possam ter as ferramentas necessárias para construir uma sociedade mais justa, bem como poderem defender-se melhor da agressividade do mundo.
Hoje em dia a apetência para constituir família vem diminuindo. A maioria das pessoas está ocupada com a sua formação profissional pelo que adiam a responsabilidade familiar. Outras vezes o casal prefere não ter filhos, tornando-se casais estéreis, verdadeiros produtos de consumo social, ou seja, eles querem usufruir de tudo o que a sociedade lhes pões à disposição, mas não querem dar o seu contributo não só para a sociedade como também para o planeta e para o universo. Isso gera uma «decalage», ou seja um desfasamento em relação àquilo que seria o verdadeiro num fluxo contínuo das energias do universo.

Dinks  Double income, no kids
A senhora «dinks» chega a idade avançada sem ter filho, diz ela nunca ter conseguido. Há quem seja ainda mais avançado, fazendo inúmeros tratamentos e resolvendo ter o primeiro filho já com mais de 50 anos, o que é um verdadeiro insulto para as leis que regem o universo e a natureza.
Na maioria das famílias modernas os filhos são na maioria das vezes algo muito desejado, mas quando eles chegam tornam-se um estorvo. Os pais delegam toda a responsabilidade da sua educação para os pediatras e para as escolas. Educar filhos é algo de distante, e cada vez menos os casais se identificam com essa tarefa difícil, no entanto gratificante, de educar crianças. Como se torna evidente, o médico tem inúmeros pacientes, e os professores têm pelo menos 25 alunos por turma não podendo dar a cada criança o factor de identificação de que necessita para poder construir primeiro a sua personalidade, depois a sua identidade e por fim a sua individualidade.

Como educar
A tarefa principal da educação é fazer com que as crianças desenvolvam uma percepção e uma intuição em relação aos problemas que enfrentam constantemente. Dar acesso ao conhecimento sem fazer com que a criança desenvolva um sentido de discriminação em relação aos valores que estão em causa, em relação às fontes e às distorções que daí podem advir, ou em relação às intenções que estão por trás desse conhecimento dito «superior», mas que na maioria das vezes é parcial, tendencioso e incompleto.

A função principal da educação é tornar as crianças livres e autónomas. Ela torna-se capaz de decidir sozinha, ela observa o mundo dos adultos e copia e imita os seus comportamentos. A criança quando sente que «possui» pais e uma família que lhe dá atenção e carinho, ela sente-se feliz. Assim, os pais demonstrariam ser seres inteligentes agindo de forma a dar deliberadamente aos filhos os modelos que querem que eles sigam, orientando desde a hora do nascimento o seu comportamento futuro, ou seja primeiro através do carinho e do amor ligado à proximidade física, depois através do seu comportamento e por fim dando autonomia às crianças para que possam agir como indivíduos independentes e fazerem o seu treinamento como futuros cidadãos produtivos numa sociedade em constante mutação.
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