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Manter o equilíbrio psicossomático é possível através de certos requisitos, e de entre eles, a alimentação. A solução de doenças quando em curso, bem como a sua prevenção, passa por regras de nutrição, que afinal, deveriam já estar incluídas como imprescindíveis, ao bom funcionamento do organismo físico do ser humano.



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Doenças das Crianças

de Ana Isabel Marques

em 19 Jun 2006

  As doenças das crianças têm características especiais, e na maioria das vezes não são doenças graves, podendo degenerar em consequências graves se não houver o devido cuidado em abordá-las. A maioria das doenças infantis são apenas ajustamentos, ou seja, os bebés e as crianças pequenas estão em plena fase de desenvolvimento, assim a sua energia é muito concentrada e pouco localizada estando espalhada pelo corpo todo e circulando quase livremente na sua esfera de influência magnética, são por isso muito yang e têm, consequentemente uma grande capacidade de eliminar toxinas. Quando essas toxinas se acumulam no corpo, seja excessos feitos pela mãe durante a gravidez ou seja por ingestão de uma alimentação pouco adequada, o organismo reage provocando as chamadas doenças de reajustamento.

As crianças hoje em dia tomam muitas vacinas e muitos remédios, especialmente antibióticos, desde muito pequenas, o resultado disso é que as crianças e os jovens começam a ter doenças graves e de carácter degenerativo cada vez mais cedo, o que não é normal. Os jovens e as crianças têm doenças que uma ou duas gerações atrás só apareciam em adultos depois dos quarenta e cinco ou cinquenta anos. Isso deve-se principalmente a uma alimentação errada e excessos pouco saudáveis.

Sarampo
O sarampo é uma daquelas doenças de ajustamento que todas as crianças deveriam ter, e quanto mais cedo melhor. Passamos agora a estudar as muitas razões desta afirmação.
O sarampo, é em primeiro lugar, uma descarga de resíduos tóxicos que permaneceram após o parto e se acumularam durante a gravidez. Depois da criança ter sarampo e de eliminar esses excessos ela começa a desenvolver-se mais rapidamente. Quando a criança não tem sarampo geralmente a constituição é mais fraca e torna-se difícil eliminar toxinas e ter as chamadas doenças de eliminação o que não é muito saudável.
Quando mais saudáveis são as crianças, maior a capacidade elas têm de criar equilíbrio no seu organismo, e portanto também aparecem mais facilmente as chamadas doenças de eliminação. Quando a criança perde esta capacidade podem começar a surgir doenças de carácter degenerativos. Assim, quando mais cedo a criança tiver sarampo, mais saudável e forte ela é.
Outra característica relacionada com o sarampo está relacionada com o produto animal, ou seja alimentos extremo yang ▲, pois este tipo de alimentação inibe a eliminação uma vez que o sarampo produz uma eliminação muito forte e muito yang ▲, acabando a eliminação de toxinas não se dar de forma adequada.

Quando a criança não tem sarampo podem aparecer febres pelas mais diversas razões. A febre é também uma forma do organismo eliminar toxinas e portanto deve-se tratar esse tipo de febres como se trata o sarampo. Deixar a febre seguir o seu rumo e ver se aparecem manchas no corpo (principalmente atrás das orelhas).
Quando a criança está em crise é preciso ajudá-la a eliminar toxinas, principalmente não se deve deixar que a criança fique exposta à luz do dia mantendo-se uma panela de água a ferver no quarto da criança para manter o ambiente húmido pois essa prática ajuda a eliminar as toxinas mais rapidamente. Se a febre subir muito é preciso ter cuidado pois pode provocar convulsões o que é perigoso. A febre é um óptimo processo para eliminar os excessos e as toxinas do organismo, no entanto deve tentar-se que se mantenha dentro dos níveis considerados não perigosos.
O sarampo pode ainda ser muito perigoso, principalmente se for mal curado, podendo degenerar em meningite ou outras doenças de carácter grave. Evidentemente que estas doenças graves podem aparecer anos mais tarde, não se manifestando logo na altura em que a criança tem o sarampo.

Vacinas
As vacinas são também uma questão a ponderar. Hoje em dia o sistema de saúde do estado requer que se façam vacinas para tudo, tendo-se que se entregar comprovantes nas matrículas das escolas, locais de trabalho, etc. No entanto este deveria ser um ponto a ficar a critério dos pais pois tomá-las pode significar ter outros problemas de saúde, uma vez que elas podem provocar outro tipo de eliminação não natural que está basicamente ligado à génese da vacina propriamente dita.
A vacina actua directamente sobre a capacidade imunitária do corpo, ficando este sistema de limpeza alterado e provocando um pequeno surto da doença. Isto significa que a capacidade do corpo atacar corpos estranhos assim como a capacidade do mesmo se defender desses elementos fica profundamente alterada. O corpo passa a ter de funcionar permanentemente com corpos estranhos sendo obrigado a conviver com eles como se fizessem parte dele. Doenças como a sida podem estar ligadas ao uso de certo tipo de vacinas.
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