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O espaço Orações tem a finalidade de congregar invocações místicas de todos os quadrantes religiosos, onde no silêncio do coração realizamos, que nem o idioma, nem o espaço geográfico, nem a raça são barreiras à união espiritual dos povos, pois no apelo ao Divino a atitude interior dos seres manifesta-se necessariamente Universal.

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Metta Sutta

de Spiritus Site

em 05 Jun 2006

  Em todos os Mosteiros Budistas, a recitação dos sūtras antecede todos os actos e cerimónias. A recitação em forma de oração, constitui um acto de reverência e de gratidão ao Buddha, e ajuda a libertar das preocupações terrenas preparando para o acto da Meditação. Esta oração, consta da tradição do Budismo Theravada em actos especiais, e um deles é quando alguém se prepara para tomar o seu “refúgio” no Sangha (Comunidade).

As palavras do Buddha (§) no Amor e Caridade:

“Isto é o que deve ser feito
Por aquele que cultiva a bondade
E que conhece o caminho da Paz:
Deixai-o ser hábil e honesto,
Franco e gentil no falar.
Humilde e não convencido,
Contente e facilmente satisfeito,
Não sobrecarregado de deveres e frugal nos seus caminhos.
Pacífico e calmo, sábio e ágil,
Não orgulhoso e exigente por natureza.
Que ele não faça a mínima coisa
Que os sábios mais tarde pudessem reprovar.
Com Esperança, na felicidade e segurança,
Que todos os seres sejam tranquilos.
Quaisquer que sejam os seres vivos existentes;
Sejam eles fortes ou fracos, sem esquecer algum,
Grandes ou poderosos, médios, baixos ou pequenos,
Aqueles que se vêem e os que não se vêem,
Que vivem perto e que vivem longe,
Os que nasceram e que estão para nascer –
Que todos os seres sejam em Paz.
Que nenhum engane o outro,
Ou despreze qualquer ser em qualquer estado.
Que ninguém por raiva ou má fé
Deseje o mal de outrem.
Mesmo como aquela Mãe (§) que protege com a sua Vida
a sua Criança, a sua única criança,
Também assim, com um Coração sem limites
Se deveria cuidar de todos os seres vivos;
Irradiando ternura pelo mundo inteiro:
Expandindo até ao mais alto dos Céus,
Como até às grandes profundezas;
Espontâneo e sem limites,
Livre de ódio e má fé.
Seja de pé ou a caminhar, sentado ou deitado,
Livre de sonolência,
Deveria guardar esta lembrança.
Isto diz-se ser a sublime permanência.
Não insistindo na obsessão de pontos de vista,
O puro de Coração, tendo a visão clara,
Sendo livre de todos os desejos sensuais,
Não volta a renascer neste mundo”.

Tradução do inglês, de Dhammiko


   


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