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Mais um monge...

de Appamado

em 19 Dez 2008

  Foi há 20 anos que Maria Ferreira da Silva deu os primeiros passos na sua caminhada em Amarāvatī. Após a ordenação como Anagarikā (um dos melhores períodos da sua vida) e de se ter aventurado na ventura do sair novamente para o mundo, ficou, entre outras, a missão de ajudar a trazer um mosteiro Theravada para Portugal.


Mais um monge Budista Theravada em Portugal

Sempre com muito empenho e paciência, Maria aguardou com prontidão as ordens dos Mestres. Nesse empenho e nessa alegria que é servir, viu, por entre os preâmbulos da civilização, o mundo a ruir e a erguer-se de novo, a humanidade farta e cansada … e de novo com força e ousada.

Foram tentativas que se seguiram não em vão, mas com a dificuldade inerente ao grau de consciência dos que se avizinhavam e que tinham em seu íntimo de despoletar para o fruir de uma nova humanidade, de uma nova consciência da qualidade de Ser e de Fazer.

Eis que sim, Portugal encontra-se pronto, e agora, vinte anos depois, Maria sorri, com os passos de sua caminhada e com os passos desta demanda que é trazer a luz do Dhamma a um país que anseia e almeja Liberdade.

Após algumas visitas de alguns monges ao nosso ‘Porto-do-Graal’ foi agora a vez de Ajahn Vajiro trazer com sua luz e determinação uma pedra de partida e um ponto de chegada para esse propósito.

Com sua alegria e sabedoria, brilhou e abriu o coração de muitos, não sem antes, ao pisar terras Lusas, se render ao coração de um país cuja ‘terra santa’ se eleva para além dos bens da humanidade. Dali emana uma energia que, outrora reconhecida, encontra-se agora por vezes esquecida por quem se deixa ensurdecer pela crise dos média e pela depauperação através da qual este país Próspero é levado a acreditar que não ‘passa da cepa torta’.

Basta! É tempo de acreditar em nós próprios e de fazer ressoar a nossa própria nota, única no mundo e sem a qual, a completude deste nunca será realizada. Chega de acreditar que não prestamos quando é isso que o mundo quer que acreditemos. Não somos nem mais nem menos, somos únicos no nosso próprio corpo e expressão, como nação e como exemplo de Fé e de Ousadia para um mundo tão corrompido que se esquece de contemplar um nascer do Sol que outrora fez sorrir crianças e irradiar fogos de luminosidade nos corações dos que almejam a libertação dos grilhões de uma humanidade caída.

Em Portugal falou-se do Dhamma, em Portugal experienciou-se o Amor. Em Portugal abriu-se o coração e a mente/consciência, a uma realidade única que tanto É, como sempre foi, no Aqui e no Agora. Vivamos então essa expressão de plenitude que é viver no eterno presente de um momento tão eminente que se exprime pelo ardor evidente de quem sente a Liberdade.
   


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