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Guia de Sânscrito
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«É das florestas e contrafortes dos Himālayas que provavelmente brota este Cântico de exaltação do Um, da Unidade do Eu individual e do Eu Divino, do Espírito e da Divindade, do Ātman e de Brahman que nos chega hoje às mãos, transcendendo bem o espaço e o tempo. Escrito na forma de diálogo, à boa maneira dos Upaniṣadas, entre dois conhecedores ou mestres do Espírito Supremo, o sábio Aṣṭāvakra e o rei Janaka, figuras entre o histórico e o lendário, de contornos enriquecidos por histórias e lendas que se esfumam num tempo tão mítico como é o da Índia, sempre tão aberta ao eterno». A Colecção “Luz do Oriente” quer trazer aos leitores de língua portuguesa tanto textos clássicos, como ensaios ligados à tradição religiosa, filosófica e metafísica do Oriente e em especial da Índia. A Aṣṭāvakra Gītā, a que demos o subtítulo de Cântico da Consciência Suprema, obra anónima indiana da tradição Advaita Vedānta, é um ensinamento profundo de grande força iluminadora sobre a essência do Espírito, do Homem e do Universo, comparável à Bhagavad Gītā, na desvendação da Consciência e do Ser Primordial. Este clássico da literatura mística não-dual, traduzido pela primeira vez do sânscrito para o português pelo Dr. Pedro Teixeira da Mota, um conhecedor das vias de realização indianas, e em particular do Yoga Vedānta e da meditação, que aliás tem compartilhado ao longo dos anos, está enriquecido pela introdução, notas, comentários, posfácio e um glossário dos vocábulos e conceitos sãoscritos mais importantes utilizados.
Data: 15 Jun 2021
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Livro - Bhagavad-Gītā de Rājarāma Quelecar
Bhagavad-Gītā, que, literalmente, significa «cântico divino» é um episódio do Mahābhārata - a grande epopeia indiana obra monumental de Vyāsa – publicado em separata, quinhentos anos antes da era cristã e traduzido em quase todas as línguas literárias da Índia, desde os Himālayas até ao cabo Camorim e em várias outras do mundo. É uma das obras primas da literatura mundial e a melhor joia da literatura indiana. A Gītā ensina-nos que a finalidade do homem é a sua espiritualidade, e que todo o homem deve trabalhar sem esmorecer para alcançá-la, utilizando para esse fim, todas as suas possibilidades, esclarecendo-nos mais as verdades superiores da filosofia e da religião, a conduta do homem na sociedade e a da sociedade humana no mundo cósmico. Quando deixarmos de nos limitar neste centro estreito que é o nosso corpo realizaremos então, Deus, em nós que é o nosso Eu. São estes e outros ensinamentos que tornam o poema maravilhoso. Kuru é o nome dum importante «clã» ariano. Os ārias depois de se estabelecerem na Índia trouxeram à cultura uma grande região da terra que, mais tarde, se chamou Kurukśetra (campo de Kuru) e fundaram o reino de Hastināpura (hoje Delhi). Sendo esse campo a primeira obra geo-económica dos ārias, os seus descendentes consideraram-no como sagrado e fizeram dele o lugar para todos os dias, celebrarem os seus sacrifícios religiosos e praticarem austeridades.
Data: 18 Mar 2021
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O Rosto e a Obra de Maria Ferreira da Silva
"O Rosto e a Obra", que consta de entrevistas a vários autores realizadas por António Paiva, inserem-se agora em livro e dada à estampa pela Espiral. Realizadas em 2014 foram revistas e actualizadas para esta obra, da qual destaco alguns autores: Maria J. Costa Félix, Manuel J. Gandra. José Manuel Anes, Vera Faria Leal e Pedro Teixeira da Mota. No Prefácio de António Paiva pode-se ler: Com este projecto pretendemos divulgar a obra de autores nacionais na área da espiritualidade e, também, trazer à luz aspectos menos conhecidos dos seus percursos individuais. Dúvidas, inquietações e anseios. Pessoas e movimentos que conheceram e marcaram. Outros países que os acolheram e influenciaram. Propósitos e missões a que se entregaram de corpo e alma. Reflexões sobre a vivência da espiritualidade nos tempos que decorrem e no país que habitam. Enfim, de que forma os seus destinos forma sendo construídos.
Data: 31 Jan 2021
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A Escrita Perfeita - Sânscrito de Maria Ferreira da Silva
Esta obra tem a vantagem de proporcionar uma viagem no tempo através dos mitos, lendas, cosmologias, personagens notáveis, filosofias e religiões, mas também a si mesmo. A viagem completa-se nesta junção do religioso e mítico, num espaço geográfico vasto e peculiar com povos de características próprias e associados às forças da natureza, que moldam a Índia na sua magnitude humana e espiritual. É um facto, que desde a beleza arquitectónica dos templos, das artes, dos festivais religiosos, à prática da meditação num āśrama, tudo convida subtilmente à espiritualidade que qualquer peregrino aspira aceitar e experienciar. Fica aqui, o registo das mais belas viagens que a Índia nos oferece; a própria Língua, o Sânscrito como Escrita Perfeita, que nos leva também às mais recônditas paragens internas, para então realizar a verdadeira vida espiritual, que cada um pode encontrar no seu próprio coração.O Sânscrito tem esta qualidade quase mágica de elevar o pensamento, não por erudição, mas pela riqueza verbal que purifica a mente e refina a inteligência, fomentando a evolução espiritual, objectivo que faz parte do contexto para o qual esta língua foi criada. De facto, ela é muito completa, pois comporta elementos valiosos de superação humana no seu contexto superior, que é a Realização do Divino de forma inteligente.
Data: 02 Out 2020
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Ao começar este Guia de Meditação, que encerra na sua totalidade uma ajuda ao despertar interior, convém explicar que só trataremos aqui de Meditação, prática espiritual considerada imprescindível para se chegar ao “Topo da Montanha”. No Ocidente, generalizou-se a ideia de que meditar é apenas uma mera posição física para levar ao controlo mental, ao relaxamento, ou então, que é para ter experiências transcendentais, deturpando-se assim a nobreza da Meditação. O Yoga ou Meditação é uma ciência e essencialmente uma atitude, que leva ao auto-conhecimento e à realização espiritual, para ampliar e libertar a própria Consciência com base em acontecimentos interiores, e é o meio pelo qual se estabelece um eixo entre nós e a Mente Divina. Gradualmente, a Meditação, possibilita maior integração dando-nos uma directriz pessoal, onde acontece sempre algo de novo, que recria e nos devolve a nós próprios. É o Caminho da elevação e da libertação. Contudo, a Meditação não é a paragem ou a fuga ao mundo e aos problemas, mas é o caminho da transformação, porém, duma transformação consciente, gradual sem violência, sendo errado ter a Meditação apenas como um método de relaxamento ou de tranquilidade; ele envolve tudo isso, mas primeiro, passa pelo esforço interior de determinação para um superamento constante.
Data: 16 Mar 2020
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