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Os Vedas de Maria Ferreira da Silva
Os Vedas – Ṛg-Veda, Sāma-Veda, Yajur-Veda, e Atharva-Veda constituem o monumento religioso e literário mais antigo existente, das chamadas línguas indo-europeias. Toda a literatura védica possui um carácter profundamente sagrado, pelo reconhecimento da condição de Revelação, śruti, “o escutado” ou “ouvido”, a revelação do conhecimento divino. O núcleo mais antigo da literatura contida nos Vedas é constituído pelos Saṃhitās, “colecções” de hinos védicos. A composição do Veda deve-se aos Ṛṣis, seres sábios inspirados pelo divino, que os ouviram e conservaram graças à tradição smṛti, “o recordado” ou “memória”, até serem reunidas e ordenadas e postas por escrito. Seus nomes persistem na tradição brahmânica, cujas figuras semi-míticas e honrosas inspiram a Índia desde tempos remotos.
Data: 15 Nov 2016
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Os Esplendores de Tiphéreth de Omraam Mikhael Aivanhov
Por certo já reparastes, meus caros irmãos e irmãs, que, quando o Sol aparece, a natureza está silenciosa, atenta; ela recolhe-se como se quisesse receber alguma coisa do Sol. Por alguns minutos, a Terra, os animais, os insectos, as árvores... tudo se apazigua e se cala, até as aves… As aves despertam antes do nascer do Sol, estão alegres, voam, cantam, mas, quando o Sol começa a despontar, param por uns instantes… Só os homens continuam a fazer barulho; são os únicos que não compreenderam nada. Toda a natureza se cala, mas eles continuam a bater, a falar, a gritar, como se esse acontecimento, que se repercute em todo o universo, não tivesse qualquer importância. Assim se vê como eles são desrespeitosos e ignorantes, pois não sabem aproveitar todos os benefícios proporcionados por esta presença do Sol… E vós, que vindes todas as manhãs ao Rochedo* para assistir ao nascer do Sol, por que é que vindes? Uns, para fazer como os outros; outros, para ver um belo espectáculo… Mas quantos vêm para fazer um trabalho grandioso e compreender, finalmente, o que é o Sol? Muito poucos. É por isso que eu queria falar-vos do significado e da importância do Sol, das possibilidades e das riquezas que ele nos dá, para que tenhais noções claras que vos ajudarão a fazer um grande trabalho espiritual.
Data: 29 Mai 2016
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A Escrita Perfeita - Sânscrito de Maria Ferreira da Silva
Esta obra tem a vantagem de proporcionar uma viagem no tempo através dos mitos, lendas, cosmologias, personagens notáveis, filosofias e religiões, mas também a si mesmo. A viagem completa-se nesta junção do religioso e mítico, num espaço geográfico vasto e peculiar com povos de características próprias e associados às forças da natureza, que moldam a Índia na sua magnitude humana e espiritual. É um facto, que desde a beleza arquitectónica dos templos, das artes, dos festivais religiosos, à prática da meditação num āśrama, tudo convida subtilmente à espiritualidade que qualquer peregrino aspira aceitar e experienciar. Fica aqui, o registo das mais belas viagens que a Índia nos oferece; a própria Língua, o Sânscrito como Escrita Perfeita, que nos leva também às mais recônditas paragens internas, para então realizar a verdadeira vida espiritual, que cada um pode encontrar no seu próprio coração.
Data: 26 Nov 2015
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da Alma ao Espírito de Pedro Teixeira da Mota
A peregrinação humana na existência terrena é de certo modo uma caminhada de descoberta da alma, do Universo e do Espírito e para tal convergem estes 33 textos escritos ao longo dos últimos anos, testemunhando tal demanda de autoconhecimento e da riqueza, essência e harmonia dos fenómenos, seres e Divindade. Sempre que escrevemos sobre tão múltipla procura reatamos demandas e navegações antigas e tentamos ir mais longe, chegar a mais claras orlas e terras, descobrir outros aspectos subtis da vida e, portanto, sentir, ver e compreender mais profundamente mistérios como os do Amor e da Morte, a Palavra, o Diálogo e o Livro, a Educação para a Paz e a Guerra, a Peregrinação e o Anjo, a Alma e o Espírito, o Além e a Divindade.
Data: 18 Jun 2015
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A Essência Exacta da Realidade de Baljita Nath Pandit
Abhinavagupta foi um dos mais proeminentes filósofos da Índia. Viveu entre os séculos X e XI da nossa era, em Cachemira a qual na época se encontrava num grande esplendor intelectual, cultural e espiritual. Além de filósofo metafísico era um grande místico e conhecedor das mais diversas correntes filosóficas-religiosas, que enriquem a Índia. Brāhmane erudito com uma vasta cultura tinha o conhecimento dos Vedas mas também do Budismo que já havia brilhado em Cachemira. Abhinavagupta, no entanto, seguiu a tradição shivaita, sistema não dualista e nesta forma expôs a sua vasta obra, sendo o Paramārthasāra, aquela que fundamenta os princípios básicos do “Shivaísmo de Kāshmir”. Abhinavagupta considerado um verdadeiro sábio, devido à sua concreta realização espiritual, tinha ao mesmo tempo, um completo conhecimento dos textos sagrados, das práticas e técnicas de Yoga, ao qual se aliavam as capacidades de transmitir o ensinamento suficientemente claro e lúcido. O fim último que se encontra na sua bela obra o Paramārthasāra é a obtenção da libertação por identificação com o Divino Absoluto. Fundou escolas e formou muitos discípulos à época em Cachemira.
Data: 17 Mai 2015
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