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Shakuntala (Śakuntalā) de Abanindranath Tāgore
De todas as línguas do mundo o sânscrito foi sem dúvida a que produziu a mais abundante literatura. Dos poemas líricos, dois se destacam pela perfeição o Meghaduta e Śakuntalā ambos de Kālidāsa, que alcançou a maior popularidade tanto na literatura indiana, como na do ocidente. Kālidāsa, é assim considerado uma luz no firmamento literário do mundo. A riqueza da sua visão criadora, a sua percepção das belezas da natureza, aliada a uma melodiosa cadência métrica, é a combinação perfeita que colocam Śakuntalā, na vanguarda das obras líricas, pela suprema criatividade. Segundo a tradição indiana, Kālidāsa era um brâmane contemporâneo do rei Vikrama – Ādtya de Ujjayini por volta de 57 A.C. o qual teria protegido alguns literatos na sua corte. Embora seja incerta a data ou mesmo a era deste poderoso monarca protector das letras, situa no entanto a vida de Kālidāsa, havendo por isso limites entre 150 A.C. a 634 D.C.. É portanto, no século I A.C., que a tradição coloca Kālidāsa. Śakuntalā, a jóia indiana, em peça de teatro, começa por uma evocação à Divindade. Śakuntalā é o nome de uma jovem de 18 anos que foi criada na floresta, feliz no meio da natureza, educada por um sábio. Aqui, o saber é expresso nos diversos estados de alma de cada personagem, em diálogos que demonstram a espontaneidade não só dos sentimentos, como de uma fraternidade que comove pela pureza, que ainda hoje grande parte da humanidade não atingiu. A mística e espiritualidade fluindo pela boca dos participantes revela a grandiosidade do pensamento e da vivência quotidiana, assente na profunda filosofia e religiosidade da Índia. É de uma magia transcendente este excelente conto, que atinge delicadas nuances de universalidade.
Data: 13 Ago 2018
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Efemérides do Oriente e do Ocidente de Pedro Teixeira da Mota
1. Segundo certas tradições, entra no Mahanirvana, a grande extinção do ego e da separatividade em relação à Unidade, Siddhartha Gautama Sakya, o Buddha, o iluminado, em 483 A.C. em Kusinara, no actual Nepal. Deposta a vestimenta terrena, o corpo espiritual desprende-se da terra e a essência de pura luz desabrocha totalmente (ou mais...), mas também inefavelmente - quantos discípulos e discípulas junto aos seus mestres ou mestras em tal momento sentiram e viram o que se passava? - e daí os mistérios e interrogações que a religião budista gerará quanto ao nirvana, à continuidade do espírito individualizado, ou ainda à existência da Divindade ou do Absoluto. De qualquer modo, como terapêutica libertadora do sofrimento e da ignorância primária e como caminho de não-violência, compaixão e discriminação, o Budismo caminhará luminosamente ao longo dos séculos, com uma divisão básica: Via Pequena, Hinayana, mais formal e nua, e a Grande Via Mahayana, sobretudo desenvolvida nos Himalaias e Tibete, mais mágica e carregada de entidades, rituais e iniciações.
Data: 07 Jun 2017
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Temperança de Pedro Teixeira da Mota
O arcano da Temperança é, como a sua designação indica, um convite ou apelo a esta virtude tão enaltecida pela antiguidade clássica e posteriormente pelo Cristianismo mas patente na generalidade das doutrinas morais, filosóficas e religiosas de quase todos os povos. Temperar, equilibrar, harmonizar dentro e fora de nós foi então sugerido por uma jovem que passava um líquido ou a energia de um vaso para outro, com uma transformação qualquer e que, nesta imagem dos Tarots originais, é realizada numa circulação sugerida bem do alto para o baixo, e certamente depois alternando, e mostrando assim que a Temperança tem uma origem celestial ou do nível espiritual e se manifesta depois em vários níveis, planos e chakras, em circulações ascendentes e descendentes.A jovem está sentada com um nimbo bem marcado a envolver a sua cabeça e a sua veste avermelhada é compensada pelos braços verdes que assinalam a harmonização das energias dos dois vasos, os quais podem simbolizar o quente e o frio, o seco e o doce, o coração e o sexo, a razão e os instintos, o feminino e o masculino, a arrogância e a humildade, a coroa e a raiz, a noite e o dia... A Sophrosine da tradição Grega, designada depois Temperantia na tradição Romana, tornou-se no Cristianismo dos primeiros Padres da Igreja uma das quatro virtudes cardeais, ou seja, as que, como gonzos (cardines) fazem girar as portas de entrada ou acesso aos mundos causais, espirituais e Divino. O sentido inicial era sobretudo de autocontrole, saber moderar o fluxo dos instintos, sentimentos e pensamentos, numa vida equilibrada.
Data: 27 Dez 2016
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Silence - Melathonin and Meditation de Maria Ferreira da Silva
What effect does Meditation have on the brain? In the silence of Meditation, the pineal gland produces increased quantities of Melathonin. This substance is then used by the brain in the regeneration of cells, and also activates dormant or ‘silent’ areas of the brain. This brings great health benefits: many illnesses can be cured in this way.
Data: 14 Dez 2016
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Antero, perscrutando o invisível, pintado segundo os sensíveis olhos do 2º Visconde de Menezes Numa carta a Carlos Cirilo Machado (1865-1919), enviada da Vila do Conde, em 1886, quando o gestionário era um "jovem amigo" de 21 anos, Antero partilha com a perenidade histórica da Tradição Espiritual Portuguesa vários dados que não receberam até hoje a necessária investigação e que tentaremos aqui apenas realçar nas suas sementes quem sabe se já sem poder germinativo de revelação de mais frutos da vivência anímica e espiritual de Antero e dos seus contemporâneos. De Carlos Cirilo Machado, que foi o 2º Visconde de S. Tirso, podemos ler no blogger Phalerae, de José Vicente de Bragança, a quem agradeço (o que estendo também, pela fotografia do amigo de Antero, aos descendentes de D. Maria Gabriel Cirilo Machado de Araújo França Pereira (1929-2006), neta do visconde de Santo Tirso), um resumo biográfico, que abreviei um pouco, e que transcrevo em seguida. Seria interessante ainda sabermos se ele manteve ao longo da vida este interesse e a que resultados e conhecimentos terá chegado...
Data: 03 Abr 2016
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