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Introdução Para as pessoas que visitam a Tailândia não é fácil que as tradições budistas, com que se deparam aqui, façam sentido. São poucos os guias turísticos que sabem explicar os princípios do Budismo com bastante clareza, e os amigos do Budismo Tailandês têm tendência a ser igualmente vagos. Este livro pretende oferecer uma introdução aos ensinamentos do Buda, o que lançará alguma luz num assunto que, para os não-budistas, pode parecer tão inesperadamente racional quão exoticamente estranho. Este não é um livro habitual. Pretende ser tão conciso quanto possível, e trata num parágrafo assuntos que se encontram tratados noutros livros em centenas de páginas. É óbvio que se omitiu muita coisa. Aos leitores interessados em saber mais sobre pontos específicos, é-lhes referido a lista de recursos que se encontra no fim deste livro. Ao longo dos últimos 2.600 anos, desenvolveram-se muitas formas de Budismo. Este livro trata apenas dos ensinamentos da tradição do Budismo Theravāda, e em particular da forma do Theravāda da Tailândia (o que difere em certos detalhes menores da sua expressão de outros países Theravāda, tais como O Sri Lanka ou Burma). Este livro também foi escrito sob a perspectiva de um monge particular, que vive dentro da tradição Theravāda Tailandesa. Nasci em Inglaterra, mas tenho vivido nos mosteiros da floresta e ermitérios do nordeste da Tailândia desde 1978. Inevitavelmente, o meu passado e prática influenciaram as interpretações que aqui se encontram. Fui bastante afortunado por ter estudado com mestres sábios, e esta apresentação do Dhamma deve muito a eles, em particular a dois dos monges mais importantes da era moderna, o Venerável Ajahn Chah e Prha Brahmagunabhorn (P.A.Payutto). Gostaria de deixar expressa a minha profunda gratidão a ambos.
Data: 05 Mar 2017
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A Sabedoria de Deus de Swāmi Prabhavānanda
O homem ignorante, ligado a seu corpo, é controlado pelas impressões e tendências criadas por suas acções passadas, e é limitado pela lei do Karma. Mas o homem sábio, seus desejos sendo extintos, não é afectado por acções. Ele está além da lei do Karma. Uma vez que sua mente repousa no Ātman, ele não é afectado pelas condições que o cercam, embora possa continuar a viver no corpo e embora seus sentidos possam se mover entre os objectos dos sentidos. Pois ele compreendeu a vaidade de todos os objectos e na multiplicidade vê um Senhor infinito. Ele é como um homem que despertou do sono e aprendeu que seu sonho era um sonho. Só em ignorância, antes de se chegar à iluminação, as diversas acções, que são os trabalhos dos guṇas, parecem-se unir à Essência. Com o amanhecer do conhecimento, desaparecem. O Ātman, no entanto, permanece não afectado, pois nem na ignorância se torna impuro com os actos, nem no conhecimento se torna livre de impureza.
Data: 06 Fev 2017
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O Caminho de Phiroz D. Mehta
“Ali” (distante de “aqui”) existe o não realizado - como tal, comporta sofrimento. O calor do desejo impele ao movimento, exigindo labuta, de forma a chegar ‘aqui’. Quando chega ‘ali’, torna-se ‘aqui’. Mas, de novo surge outro ‘ali’. O processo repete-se, reunindo momentos – a dor acumula-se, bloqueando a liberdade e negando paz. Assim acontece com os não-despertos, vendo apenas a separação dos seres e das coisas, cegos às ligações que constroem o todo. Uma vez despertos, a consciência liberta vê todas as relações em tudo, entre aqui e ali. Nessa altura nada existe que possa sujeitar alguém a um esforço vão – tudo é fácil e livre, a paz torna-se activa. A consciência liberta não tem restrições. A sua movimentação daqui para ali não sofre crispações – pode mover-se perpetuamente. Não há perda de energia. A capacidade que tem para ver todos os factos de forma transparente não lhe permite gerar sofrimento, produzir ilusões ou erros de percepção. Permeia cada aqui e cada ali; está em todo o lado. É espaço mental, ākāśa, integrando o aqui, o ali, e o em todo o lado. Isto é omnipresença.
Data: 27 Nov 2016
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Graça Divina de Debabrata Sen Sharma
No geral, a característica proeminente da filosofia indiana é o postulado do ideal supremo da realização do homem na sua vida e também a formulação dos meios para alcançar tal ideal. É por esta razão que a disciplina espiritual (sādhana) é prescrita por todas as escolas indianas de pensamento filosófico em conformidade com a sua particular perspectiva filosófica, o que constitui a parte inseparável das suas projecções de pensamento metafísico. Tal aplica-se mais às escolas filosófico-religiosas que devem a sua origem à tradição Tantra-Āgamic na qual se destacam os exercícios espirituais. A escola Shiva Advaita de Cachemira, vulgarmente chamada escola Shivaíta de Cachemira, assentando em sessenta e quatro Bhairavāgamas, parece ter as suas projecções de pensamento metafísico movendo-se à volta de sua filosofia de sādhana. O conceito de Graça Divina, o princípio Guru e o rito de iniciação (dikshā) – estes são os três membros (angas) da filosofia de sādhana. Propomo-nos a discuti-los, um a um, nos parágrafos seguintes. Mas antes de o fazer, gostaríamos de projectar alguma luz em alguns dos princípios filosóficos ligados com a sua filosofia de sādhana, porque esse conhecimento nos ajudará a compreender o conceito chave.
Data: 13 Ago 2016
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Uma boa parte da humanidade tem uma concepção de Deus derivada das religiões da Bíblia e sob essa perspectiva concebe-se Deus à escala humana, que embora superior em virtudes e poder, não deixa de ser um conceito terreno. No conceito oriental e sob a perspectiva do ensinamento do Buddha, vemos que a preocupação fundamental, não foi apresentar um conceito de Deus ou dizer que Ele existe, mas como “chegar” a Ele. O princípio da sua doutrina do Buddha reside na transformação do homem pelas acções e pensamentos correctos e só depois então, pode nesse percurso vir a desvendar a sua própria natureza e a conhecer a transcendência a qual designou por Nirvāna. Este autoconhecimento (no Budismo) visa que o homem transcenda a sua própria humanidade pelo estado de consciência desperta; ser autoconsciente, sem autocomiseração e vitimização, ou qualquer outro aspecto de fraqueza humana, através da recta conduta.
Data: 30 Ago 2015
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