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O Cristianismo de Maria Ferreira da Silva
Falar no Cristianismo é sobretudo falar de Jesus pois é Ele o centro onde se congregam os ideais mais nobres de aspiração ao Divino. Foi um Ser simples e teve vida breve no entanto, seu poder espiritual perdurou no tempo e foi o inspirador mais sublime para milhares de seres intelectual e espiritualmente. Jesus revelou que Deus pode manifestar-se a qualquer homem e referiu-se a Deus, não como um conceito filosófico, mas como Entidade real e transcendente, Absoluto e Presente, não só na humanidade como um Todo, como também em cada ser. O Cristianismo, no seu começo está fundido com o Judaísmo, nasce no seio dos próprios Judeus, e forçosamente encontram-se ideias comuns. Contudo, elas foram-se transformando e distanciando, conforme evoluíram no tempo também se afastavam no espaço geográfico, estabelecendo-se por fim o Cristianismo no Ocidente, baseado sobretudo na crença de alguns Judeus no messianismo de Jesus. Considerando-se que Jesus e todos os seus seguidores estavam naturalmente marcados pela tradição e educação judaica, foi sob este prisma que viveram e ensinaram, encontrando-se assim, ideias hebraicas entre os fundamentos principais do Cristianismo. É mais tarde, quando o Cristianismo se desenvolve entre os Judeus e não judeus em Roma, que surgem as maiores desavenças e se distanciam alguns, da tradição talmúdica para estabelecerem o Cristianismo.
Data: 12 Dez 2018
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Srimad Bhagavad - 3 de Swāmi Prabhavānanda
Um dia o Rei Parīkṣit, governante de toda a índia, quando estava na margem do rio Sarasvatī, viu um homem a atormentar e maltratar um touro e uma vaca. Tal crueldade irritou o rei. Ele pediu ao homem para explicar o seu comportamento covarde, dizendo-lhe ao mesmo tempo que estava dentro de seu poder real puni-lo com a morte por tal conduta. Então, sem esperar uma resposta, o rei voltou sua atenção para os animais que ainda tremiam de medo, e falou-lhes com tanta bondade que logo os inspirou com segurança e confiança.
Data: 16 Jan 2018
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Paramārthasāra de Baljita Nath Pandit
Há dois trabalhos na filosofia Indiana que são conhecidos pelo nome de Paramārthasāra. O primeiro é um trabalho antigo de Ādiśeṣa. Patañjali, era geralmente conhecido por este nome porque se crê ter sido uma encarnação de Śeṣanāga, o famoso deus da serpente das mil cabeças. Esta crença pode ter surgido pelo facto de Patañjali ter sido o mestre e autor de múltiplos e extensos trabalhos académicos como se tivesse mil cabeças para pensar e bocas para falar; ou também é possível que tenha pertencido, originalmente, a alguma escola de Nāgas-worshippers (adoradores de serpentes) e, em consequência disso, ser chamado um Nāga.
Data: 02 Nov 2017
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A Essência do Vedanta4 de Tandavaraya Swami
Kaivalya Navaneeta é um clássico Advaita amplamente conhecido, escrito em tâmil. Navaneeta significa manteiga. Kaivalya é o estado em si em que a alma existe isolada de toda a relação com o corpo, etc. Desde o vasto oceano do leite (os Upanishads, etc.), os grandes mestres têm extraído o leite da sabedoria com o qual encheram vasos ( textos antigos). Tandavaraya Swami, o autor de Kaivalya Navaneete, disse que tinha extraído a manteiga da nata do leite. Os que o tenham conseguido (porque se alimentaram com a manteiga-nata da sabedoria divina – Brahman jñāna – e ficaram eternamente satisfeitos) não vagarão alimentando-se do pó (os objectos sensoriais irreais).
Data: 23 Ago 2017
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A Sabedoria de Deus - 2 de Swāmi Prabhavānanda
A seguir aos Upanishads e ao Bhagavadgīta, o Śrimad Bhāgavatam é a Escritura indiana com mais autoridade. Através de histórias da vida de Avatāras, sábios, devotos e reis, populariza as verdades contidas nos Vedas. Neste momento, mais de duzentos milhões de hindus encontram nela, suas mais queridas expressões de fé religiosa e exemplos mais queridos. Estudá-la é a melhor de todas as formas para se familiarizar com a religião viva da Índia. Sua excelência peculiar está em que reconcilia o coração com a cabeça, a devoção com a aprendizagem. "É cozinhado na manteiga do Conhecimento", diz Śrī Ramakriṣṇa, um dos últimos profetas indianos, "e mergulhado no mel do Amor". Somente as partes mais genericamente interessantes do Śrimad Bhāgavatam - que correspondem a algo menos de metade do todo - estão incluídas na presente versão. Desta versão, por sua vez, cerca de metade é resumo e paráfrase, mais do que tradução; o restante, contudo, consistindo de ensinamentos de Śri Kriṣṇa a seu discípulo Uddhava (Livro XI), foi traduzido sem omissões e quase literalmente. Em todo o trabalho, teve-se como objectivo principal, interpretar em inglês o espírito íntimo do texto Sânscrito.Tanto quanto sei, até ao momento, o Bhāgavatam não foi ainda disponibilizado para o público de língua inglesa. Na revisão da minha tradução para a imprensa, tenho o prazer de mencionar que tive a assistência de meus amigos Jane Manchester e Frederick Manchester.
Data: 10 Abr 2017
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