Homepage
Spiritus Site
Início A Fundação Contactos Mapa do Site
Introdução
Sagrados
Sugestões de Leitura
Especiais
Agenda
Notícias
Loja
Directório
Pesquisa
Marco Histórico §
Guia de Sânscrito
NEW: English Texts
Religião e Filosofia
Saúde
Literatura Espiritual
Meditação
Arte
Vários temas
Mosteiro Budista
  Ordenar por:  
Artigos 1 - 5 de 37
  [1]  2  3  4  5  6  7  8  [Seguinte]
A passagem do Sol pelo signo de Carneiro, regido pelo Planeta Marte, simboliza o cordeiro Pascal, marcial, a morte na cruz, na altura do Equinócio da Primavera, quando o Sol cruza o Equador celeste de Sul para Norte. A celebração da Páscoa cristã foi estipulada pela Igreja de acordo com a data adoptada pelas comunidades iniciáticas cristãs primitivas, e está relacionada com a conjugação do Sol e da Lua. O Festival da Páscoa costuma ser celebrado no primeiro domingo após o Plenilúnio do Equinócio da Primavera. Sob o ponto de vista esotérico esta relação entre o Sol e a Lua era importante e indispensável para simbolizar o significado cósmico deste evento, por não se tratar apenas de um festival solar. Esotericamente o Sol tem de cruzar o Equador, que significa a Crucificação, tal como o faz no Equinócio vernal, contudo a sua luz tem de se reflectir na Terra através da Lua Cheia, antes da Ressurreição iniciática acontecer. Significa isso, que a humanidade ainda não atingiu um grau de evolução suficiente para receber a Religião do Sol, do Cristo-Logos ou Cristo Cósmico na sua plenitude, isto é, da Irmandade Universal. De facto, ela ainda não está preparada, espiritualmente, pelo que tem de seguir as Leis legadas pelas remotas Religiões Lunares, que foram diversificadas, conforme as raças e as civilizações.
Data: 14 Abr 2019
Ler  Ler
Os Anjos de Maria
A arte é uma das formas que o ser humano concebe para expressar o sagrado, o belo, o divino. A criatividade é a capacidade que o artista possui de revestir, de concretizar as suas ideias, sendo por vezes inspirado pelos arquétipos do mundo espiritual; que podendo parecer fantasioso, não deixa de ser uma fonte real, paralela ao mundo material. Na realidade, a arte aliada às asas da imaginação, tal como as asas dos anjos nos mostram, pode transportar-nos ao mundo subtil e ao divino. As três pinturas que apresento foram criadas exactamente sob o seu cariz mais esotérico e, portanto, com profundo significado espiritual, e necessitam de alguma explicação iconográfica.
Data: 03 Dez 2017
Ler  Ler
Festival de Wesak de Teosofia
Aproxima-se a data 04 de Maio de 2015, a celebração do Festival de Wesak. Wesak em sânscrito significa mês de Maio - momento propício para uma preparação adequada, purificando o nosso subconsciente, que tem uma ligação lunar, e de nos sintonizarmos com o nosso Cristo Interno, o Eu Superior, onde as energias Solares podem ser encontradas. A Lua pertence ao nosso passado, agora o nosso Lar é a Terra, mas o nosso devir está no Sol, o corpo físico do nosso Pai Celestial. Este sagrado momento favorece a avaliação das nossas imperfeições, mergulhando nos registos do subconsciente para descobrir e transmutar, padrões rígidos e escravizantes que ainda possuímos, em Liberdade, Felicidade e Iluminação.
Data: 03 Mai 2015
Ler  Ler
A Última Ceia de Filipe Araújo
Leonardo da Vinci começou a trabalhar a pintura “A Última Ceia” no ano de 1495. Esta obra é considerada sua pintura mais ambiciosa e é tão famosa quanto o retrato da Mona Lisa, a mais notável e conhecida obra de Da Vinci. O trabalho pode ser visitado no Convento Santa Maria Delle Grazie, Milão, onde foi concebida em uma parede do refeitório dos monges. Porém, a pintura não pode ser apreciada em sua totalidade. Isso se deve a um equívoco cometido por Leonardo da Vinci na época. Da Vinci, que passou mais de dois anos trabalhando em “A Última Ceia”, decidiu aplicar a técnica da têmpera, que consistia em misturar pigmentos coloridos com gema de ovo. A pintura foi feita em gesso seco e, para a infelicidade dos apreciadores da obra do artista, entrou em estado de deterioração em 20 anos, sendo que no ano de 1560 já estava arruinada.
Data: 19 Mar 2015
Ler  Ler
Descobrir a Paz de Kalyani Prasher
Ladaque, Jammu e Caxemira Há algo sobre um mosteiro que exala tranquilidade. Para quem deseja visitar mosteiros, não há melhor cenário que Leh. Paisagens deslumbrantes nos cercam à medida que nos aproximamos do destino, tornando-se inesquecíveis. Para onde quer que se olhe, lá está uma oportunidade para uma foto, quer seja de rochas ou de lagos cintilantes. Pode-se fazer a escolha entre os mosteiros perto de Leh como Lamayuru, Phyang, Chemrey, Shey e Spituk, mas com um pouco mais de tempo pode-se visitar Alchi e Hemis.O mosteiro Alchi, a 70 Km de Leh, situa-se nas margens do rio Indus. Quando se parte de Leh, é recebido pela agradável surpresa de paisagens verdes. A mudança de deserto para vegetação deve-se às férteis planícies de irrigação que fazem um contraste surpreendente. Alchi Gompa é um dos mais importantes centros budistas no mundo. A cerca de 45 km de Leh fica o Mosteiro Hemis, local onde acontece o Festival anual Hemis.
Data: 24 Ago 2014
Ler  Ler
registos por página
  [1]  2  3  4  5  6  7  8  [Seguinte]
Flor de Lótus
Copyright © 2004-2019, Fundação Maitreya ® Todos os direitos reservados.
Consulte os Termos de Utilização do Spiritus Site ®