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A Babilónia

de Maria

em 31 Out 2008

   Felizmente, nada ao nível da matéria tem duração eterna, e embora possam os problemas deixar marcas contundentes ao nível físico e psíquico eles terão naturalmente o seu fim. Tanto a felicidade como o sofrimento não são permanentes, oscilam num vai e vem de prioridades momentâneas.

O mundo é governado principalmente por quatro poderes: o político, o jurídico, o científico e o jornalístico.

O Político actua segundo as ideias ou ideais do partido que predomina na governação e no Estado, podendo ser bastante grave um governo liderar com maioria absoluta, pois ficam milhões de seres de um país sujeitos à vontade de uma dúzia de personalidades. Ora podemos questionar que capacidades mentais, humanas e espirituais têm esses políticos para decidirem a vida de uma nação?
A maior parte deles tem muitas frustrações humanas, como quaisquer outros seres, com os problemas mal resolvidos da vida a afectarem o carácter, resultando em corrupção, vícios, manipulações, etc.
Quantas leis não são aprovadas por exigências de partidarismo e de tendências pessoais?
Um exemplo recente destes perigos ficou a descoberto com a perda da vida, de um líder austríaco num acidente de viação a 140k à hora, alcoolizado. Que tipo de confiança pode dar um ser com tais desequilíbrios tanto ao nível pessoal quanto nas ideias tão radicais e extremas que subscrevia? E a lista de tantos outros seria inumerável…
Não faço, porém, julgamentos, apenas me confronto com uma realidade; a de que ninguém é perfeito ou tem a verdade absoluta e os seguidores dos líderes e de outros capazes de arrastar multidões estão de acordo, ou aceitam, ou seguem as suas tendências e ideias, tão limitadas ou desequilibradas por vezes.
Mesmo uma ideia ou ideal, pode ser conveniente em determinado momento ou época, mas cedo, pela evolução contínua de acontecimentos, acaba ultrapassado. O mal é querer fixar no presente, o passado, ou o que já está ultrapassado.

O Jurídico, onde o poder de decisão está assente num corpo de leis que a saber, até agora e sobretudo nos últimos tempos, tem funcionado um pouco ziguezagueando pelas Leis que acabam por ser elaboradas segundo o poder e as tendências de cada governante, partido ou grupo de pressão que se sobrepõe às antigas ou às contrárias. Nem irei expor casos pessoais, pois estou a falar da generalidade e do que temos acompanhado, todos nós, aqui em Portugal. O que é preciso mudar, para que tanto atropelo à Justiça e ao bom senso acabem? As mentalidades!
Leis que se ajustem à realidade do mundo actual, para o bem colectivo, partindo de direitos e deveres universais e não de interesses particulares resultantes de mentalidades individuais e que, limitadas nas suas estreitezas de vista e de atitudes e hábitos egoístas, impõem-nas colectivamente. A manipulação deste meio jurídico, pela ambição do poder político de defender as ideias ou determinações que lhes são mais convenientes tem sido até agora uma realidade assustadora.

O Científico, o mundo que pela prova provada se assume como condutor da humanidade, relacionando com investigações que procuram desvendar os mistérios da Natureza, a um nível universal, quer no campo da matéria, a Física, a Astronomia, quer já no complexo campo humano, material e espiritual, como a Medicina, etc. Naturalmente louvando o que a ciência já tanto avançou, nomeadamente na medicina, não deixa de ser chocante certas mentes apregoarem hipóteses, fruto das suas convicções pessoais e de limitadas realizações humanas sem qualquer acompanhamento ao nível espiritual, como recentemente vemos quando alguns cientistas famosos querendo influenciar a humanidade, resolveram com cartazes espalhados por toda a cidade de Londres, quer nos autocarros, quer noutros sítios públicos, afirmar, “Provavelmente, Deus não existe”.
Como é possível, que tanto a classe científica como a classe politica, mundiais, permitam este tipo de “lavagem ao cérebro”, manipulando as mentes dos cidadãos com tão subversiva propaganda? Voltamos aos sistemas ditatoriais disfarçados agora de ciência?

O Jornalístico, o poder que pode arrastar à confusão todos os outros poderes atrás referidos.
   (... continua)  
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