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Criação única

de Maria

em 18 Mai 2013

   Se determinadas células se “organizaram” (código genético) para constituir o macaco e há várias espécies, porque não há-de ter havido uma conjugação de células para dar lugar ao ser humano?
A visão da ciência quanto à descendência humana pela evolução natural é tão estreita quanto a inteligência dos símios. O aparecimento de uma espécie depende da formatação dos genes (código) para que se forme uma planta, um animal ou um homem. Ao aterem-se (os cientistas) à teoria de Darwin, selecção natural, elaboram num grave erro que leva a humanidade para um abismo, ao desviá-la da verdadeira razão da existência.


Constitui, de facto, um desvio ao propósito divino, não deixando qualquer sentido para a vida, até mesmo para aqueles que não se identificam com este destino ou crença duma criação única humana. Contudo, isto é muito simples de compreender; se houve formação de células para criar o símio, porque não também, para criar o homem? O facto de sermos geneticamente parecidos, quer dizer que somos “feitos” da mesma matéria ou elementos biológicos que se encontram na Terra.
A teoria da evolução natural baseia-se num acaso. Relega todo o objectivo de que qualquer criação biológica se deve a uma programação com fórmulas específicas para dar vida a plantas, animais e humanos. Simplesmente o acaso aconteceu…

Nada nos garante que descendemos do chimpanzé e que o homem não tem uma fórmula única de que foi “criada” a partir de determinado conjunto de células. É de grande arrogância e uma afronta da parte da ciência ao querer estabelecer esta sentença da selecção natural, com base na descendência do homem pelo macaco. Qual a pressa nas conclusões? Ainda há tantos fosseis por descobrir e tanta inteligência para adquirir! Só sem condicionalismos de teorias feitas se encontrará a verdade sobre a evolução na Terra. Não se pode fechar a porta na descoberta da natureza do homem.

Com tanta diversidade de criação de formas físicas no planeta – animais e plantas – porque não haveria uma forma própria para o homem? Como se transformou o chimpanzé num homem?
A apresentação que a ciência faz em inúmeros artigos com desenhos artísticos sobre a evolução a partir dos símios até chegar ao homem, incluindo o de Neandertal pelo meio, é de facto, uma manipulação de consciência para controlar a humanidade, já que tratando-se de ciência todos têm de aceitar. As últimas conclusões científicas sobre os de Neandertal, os quais foram sempre apresentados cobertos de pêlos, - admitem hoje ter sido um exagero – é, então, agora apresentado como um ser criativo, artístico muito semelhante ao Homo Sapiens.
Finalmente, recentes teorias dão também como certo ter havido vários “começos” da humanidade através de vários “adãos” e “evas”. Ou seja, está “espalhada” pelo planeta a diversidade humana em vários povos que não vieram “necessariamente” de África, tornando cada vez mais absurda esta teoria que nos quer fazer descendentes do chimpanzé.

Para os meus leitores, quero deixar a nota, de que este assunto que por vezes insisto nos meus artigos é um aspecto vital para a compreensão humana. A componente espiritual é fundamental para a estruturação psíquica de cada ser humano e, pela qual, devemos ter cada vez mais Consciência. A ciência descredibiliza todo o valor espiritual como complemento da vida, contribuindo para a destabilização da humanidade levando-a assim, para um materialismo absolutamente vazio de sentido espiritual, e apagando da história humana as bases que constituíram todas as civilizações até hoje.

O ser humano é constituído de Consciência, a qual, por sua vez, estrutura a sua parte psíquica ou mental. A Consciência não é produto do cérebro. Cada cérebro é “elaborado (cada indivíduo) à nascença pela Consciência, ajustando a sua forma psíquica e mental à estrutura física do cérebro para que esse ser obtenha os benefícios anteriores (encarnação passada) e que se coadune com as novas experiências ou desafios da vida presente.

A vida física, o cérebro nos seus movimentos cognitivos, nunca está dissociada da vida psíquica ou mental e espiritual; tornar-se-á impossível separar este todo, que constitui a estrutura de todo o ser humano. Sem o todo, o homem seria um zombie. Uma coisa é a ciência desbravar a funcionalidade física do cérebro, outra é o estudo para o entendimento sobre a mente e sua subjectividade pela qual temos consciência de sermos essa Consciência. São aspectos que pertencem ao estudo da psicologia, da filosofia e da espiritualidade.

Que responsabilidade existe num animal pelos seus actos?
   (... continua)  
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