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Infinito

de Helena Roerich

em 26 Jun 2016

   158 – O esforço para a destruição não é a tarefa do Cosmos. Costuma-se considerar o homem como uma vítima das destruições manifestadas pelo Cosmos. Costuma-se considerar os elementos e os cataclismos como os flagelos que causam tantas calamidades, mas vamos discernir onde as catástrofes são apenas manifestações cármicas e inseparáveis do Cosmos. Se identificarmos aquele poder, seremos afirmados na consciência do Imã Cósmico. Cada átomo que se dirige, pelo seu movimento para a cadeia do Imã Cósmico, restaura o ritmo do Cosmos. Cada átomo, em seu movimento, evoca uma cadeia de outros movimentos. Se a humanidade compreendesse aquela subtil pulsação que intensifica todas as forças espaciais, não estaria enraizado o pensamento sobre as forças predestinadas que arruínam e acabam com a vida humana.

O processo do ritmo no Cosmos é visto como uma mudança racional. Assim, manifestamos sábia compreensão da mudança. Paralelamente com as condições que se vão, o influxo das novas energias cria nova vida. Manifestemos alegria pela mudança incessante. Quando o Imã Cósmico age, transmutando poderosamente as forças necessárias à evolução, regozijemo-nos pela mudança.

159 – À mudança dos corpos espaciais, Nós chamamos de criatividade do Imã Cósmico. Vemos quão evidentemente terras e mares estão sendo mudados. Vemos como, de acordo com as leis, mudam-se as raças e todos os processos evolutivos. Por que, então não saudar esta mudança? Como é bela para o Espírito a mudança da existência terrena para as esferas superiores! Aquelas esferas das quais se fala tão categoricamente como inatingíveis podem realmente tornar-se acessíveis. A mudança cósmica e o imã humano predeterminam a intensidade das novas formas. A criatividade da mudança assim se une com a do Imã Cósmico.

160 – A reconstrução do mundo não depende da criatividade humana, mas ao mesmo tempo, não se pode dizer que a humanidade esteja excluída do poder espacial em expansão. O elo que liga o homem e o Cosmos é indestrutível; por isso, aquilo que existe é expresso em formas predestinadas pelo Imã Cósmico. Mas o homem também expressa aquilo que existe, e assim o homem se revela, quer como força que se move na direcção do Imã, quer como um símbolo obstrutor.
Aquilo que é estabelecido como uma manifestação criativa encontrará seu canal de expressão; mas a forma da acção está ligada com o carma do homem. Uma vez que a Mente Superior tenha ordenado a mudança, como uma acção elementar, deve dizer-se que a mudança é indispensável. Mas, além dela, há a matéria que recebe a missão confiada de construir. Quando o Fogo espacial penetra as camadas terrenas, deve haver a compreensão da verdadeira cooperação. O Cosmos é uno e a aspiração mais fina do homem deve ser parte dele. Por isso, não a separação, mas a unificação. Daí, ou o predestinado será afirmado na medida do Imã criador, ou a parte assumida pelo homem estabelecerá a ponte. Assim empenham-se mutuamente as grandes forças.
Nós temos testemunhos como o predomínio de uma abertura perturbou o equilíbrio; portanto, o poder jaz, não no domínio pela força, mas na união das forças!

161 – Somente o curso recíproco pode ter a plena garantia do Cosmos. Quando o Espaço convoca à realização espiritual, o Imã Cósmico atrai aquilo que é inadiável. Muitas vezes acontece que o chamado recolhe partes que são aparentadas entre si, mas não pertencentes a um povo. A manifestação parcial, então, tem a qualidade de uma unidade manifestada parcialmente. Quando o Espaço chama para o grande Sacramento, a Existência vibra com todas as correntes. Mas a manifestação superior manifesta-se lá onde o Imã tem recolhido por milénios.

Aforismo do livro "Infinito" . Ensinamento de Mestre Morya a Helena Roerich
     


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