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Aperfeiçoar

de Maria

em 13 Ago 2016

   O cérebro vem estruturado à nascença de acordo com a evolução de consciência de cada indivíduo, portanto é o karma que designa as ligações neuronais para evoluir, denunciando a índole de carácter que vai desenvolver nessa vida e que deverá sempre ser no sentido do aperfeiçoamento.
O cérebro pode ser melhorado nas suas capacidades pelo esforço de vontade, ora ultrapassando adversidades, ora pela aprendizagem, pois tem sido dentro destes parâmetros que o ser humano tem evoluído ao longo dos tempos. O cérebro na sua plasticidade abarca a transmutação das ligações neurais de acordo com os defeitos e qualidades que deve desenvolver, anulando naturalmente os defeitos pelas virtudes.


A raiva, por exemplo, é um daqueles sentimentos que se pode identificar e dominar pois ela é gerida pela impotência em não conseguir o que se quer. Para educar e controlar a raiva não basta tomar consciência dela nos momentos cruciais da sua manifestação, mas requer um processo de auto realização em que os desejos ou quereres passam pelo crivo do domínio mental. A raiva causa danos tanto nos mecanismos do cérebro prejudicando a mente, como no sistema cardiovascular afectando o bom funcionamento cardíaco.

Contudo, qualquer sentimento negativo pode ser libertado de forma construtiva pela consciência que tivermos quanto ao grau de ambição por determinado “querer” e, de facto, este é o querer que merece ser analisado. O processo de auto realização geralmente vai “ditando” interiormente o valor ou a inutilidade desse querer ou desejo. Se vale a pena massacrar a mente com desejos inúteis, prejudiciais ou “largá-los”.

A um nível biológico podemos mesmo banir desejos prejudiciais pelo domínio mental e emocional, pois os circuitos do nosso cérebro podem ser modificados e aprimorados pela educação conscientes de nós próprios. É desta forma que se aperfeiçoa o nosso sistema físico, psíquico e espiritual; somos um agregado de compostos que podemos sempre acrescentar reduzir ou melhorar. Podemos sempre manter um diálogo dentro de nós para ultrapassar os desejos mais ambiciosos que desgastam e desequilibram a nossa serenidade mental.
     


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