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F
  • Farid - Hazrat Farid, cujo verdadeiro nome era Fariduddin Masud nasceu em 1173 d.C., na aldeia de Kothwal (mais tarde conhecida por Chawali Mashaikh, isto é, Terra do Santo) perto a Multan. Desde a sua infância, o santo ficou conhecido pela primeira parte do seu nome, Farid, que significa “único”.
    Foi um santos-poetas sufis que atingiu a iluminação espiritual e ganhou grande fama e reverência, particularmente na região do Punjāb, Delhi e outras zonas do norte da Índia. Farid era um dos fundadores da famosa Ordem (silsila) Sufista dos Chisti, que nasceu quando o grande santo Khwaja Muinuddin Chisti, também conhecido como o Khwaja Gharib- Nawaz (que significa “quem acolhe os humildes”) chegou à Índia ao fim do século XII.
    Farid tornou-se num discípulo de Khwaja Qutbuddin Bakhtiyar Kaki Ushi, e depois de ter permanecido durante algum tempo com o seu mestre espiritual em Delhi, estabeleceu um centro em Hansi (Haryana), onde viveu mais de uma década.
    A sua poesia, que escreveu principalmente na sua língua materna, Punjabi, é cheia de misticismo e trata dos assuntos do corpo e da alma.
    Farid morreu em 1265 d.C. com a venerável idade de noventa e dois anos
    Revista, Índia Perspectives


  • Fernando Pessoa - Fernando Pessoa nascido em 1888, atravessou este País “extremizado” pelo catolicismo e pelo materialismo, extravasando a humidade lunar da sua sensibilidade, oca de pai desde os cinco anos, longe da pátria desde os sete, e assim crescida na saudade messiânica duma grandeza qualquer. Quando volta definitivamente da África do Sul em 1905, excelentemente desenvolvido na arte do raciocínio e na cultura geral, desilude-se da mediocridade reinante, abandona os estudos na faculdade de Letras, experimenta a rápida falência da empresa tipográfica "Íbis" que fundara, e emprega-se como tradutor e correspondente de casas comerciais da zona da baixa lisboeta, profissão que o sustentará modestamente ao longo da sua incarnação.
    Colabora na revista nortenha “A Águia” com uma série de quatro artigos de análise literária e sociológica. Em tempo breve abandona esta revista e lança em 1915 a revista "Orpheu", que escandaliza o meio burguês da época. Pela mesma altura começa a traduzir alguns livros teosóficos, cujo conhecimento e moralidade elevados o abalam fortemente. Envolve-se então no aprofundamento do ocultismo, que entra em choque com o paganismo transcendental a que chegara.
    É dos escritores portugueses conhecidos o que mais aprofundou o esoterismo, confessando-se na nota auto-biográfica de Março de 1935, “cristão gnóstico, fiel à Tradição Secreta do Cristianismo, que tem íntimas relações com a Tradição Secreta em Israel (a santa Kabbalah) e com essência oculta da Maçonaria”, e iniciado na Ordem Templária de Portugal, para cuja ressurgência escrevia.
    Deixa este plano físico em Novembro de 1935 ano em que se tornara mais conhecido do país ao publicar a Mensagem e um artigo em defesa da liberdade das Associações Secretas, nomeadamente a Maçonaria.
    Livro da Sabedoria Portuguesa, 1989.


  • Fibonacci - Leonardo Fibonacci nasceu em Pisa, em 1175. Foi um genial matemático, a quem devemos no Ocidente o uso dos números árabes. Definiu a série numérica que tem o seu nome em cujas bases assenta o "número de ouro". Em 1202 publicou o seu livro "Liber abacci", baseado em ensinamentos acumulados durante as múltiplas viagens que fez ao mundo árabe. Morreu em 1240.

  • Marsílio Ficino Ficino - Marsilio Ficino viveu na época áurea do Renascimento em Florença, convivendo com outros grandes sábios, desde Savanarola a quem apoiou na sua governação da cidade de Florença, a Pico della Mirandola, a Lourenço de Medici particular amigo. Pertenceu à Academia dos Humanistas estabelecida pelos Medici e contribuiu com as suas obras literárias para o desenvolvimento da cultura no âmbito filosófico e espiritual, não só de Itália como do resto do mundo. Filósofo e médico traduziu e comentou Platão, Plotino e os textos herméticos a pedido de Cosmos de Medici, e publicou seus estudos associados à medicina, à astrologia e tratados filosóficos de grande profundidade.

  • Fludd - Robert Fludd, um dos mais conhecidos cabalistas, viveu entre 1574 e 1637. Suas obras são caracterizadas por trabalhos esotéricos, diagramas de cosmologia e mandalas. Ligado aos Rosa-Cruz, tinha interesses pelo ocultismo e pela astrologia, mostrando preocupação pelo estabelecimento da harmonia terrena, que devia reflectir a harmonia cósmica.

Flor de Lótus
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