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  • Kālidāsa - Segundo a tradição indiana, Kālidāsa era um brâhmane contemporâneo do rei Vikrama – Ādtya de Ujjayini por volta de 57 a.C. o qual teria protegido alguns literatos na sua corte. Embora seja incerta a data ou mesmo a era deste poderoso monarca protector das letras, situa no entanto a vida de Kālidāsa, havendo por isso limites entre 150 a.C. a 634 d.C. É portanto, no século I a.C., que a tradição coloca Kālidāsa.
    Dos poemas líricos, destacam pela perfeição o Meghaduta e dos seus vários dramas, o mais célebre, Śakuntalā que alcançou grande popularidade tanto na literatura indiana, como na do ocidente. Kālidāsa é assim considerado uma luz no firmamento literário do mundo.
    A riqueza da sua visão criadora, a sua percepção das belezas da natureza, aliada a uma melodiosa cadência métrica, é a combinação perfeita que colocam Śakuntalā, na vanguarda das obras líricas, pela suprema criatividade. Śakuntalā, a jóia indiana, em peça de teatro, começa por uma evocação à Divindade. Śakuntalā é o nome de uma jovem de 18 anos que foi criada na floresta, feliz no meio da natureza, educada por um sábio. O saber é expresso nos diversos estados de alma de cada personagem, em diálogos que demonstram a espontaneidade não só dos sentimentos, como de uma fraternidade que comove pela pureza, que ainda hoje grande parte da humanidade não atingiu. A mística e espiritualidade fluindo pela boca dos participantes revela a grandiosidade do pensamento e da vivência quotidiana, assente na profunda filosofia e religiosidade da Índia. É de uma magia transcendente este excelente drama, que atinge delicadas nuances de universalidade.


  • Kabir - Kabir, grande poeta religioso islâmico, que viveu entre 1440-1518 foi profundamente marcado pelo pensamento indiano. Passou a sua juventude no meio muçulmano e impregnou de sufismo a sua obra. Para kabir, a realização não passa apenas numa absorção em Deus, mas em viver eternamente nele; o que o situa próximo da filosofia do Vedismo.
    Na sua obra como na sua vida, as duas religiões, Islão e Hinduismo mesclam-se intimamente. Contudo, se por um lado ele aceita como um dogma a doutrina do Karma e da Reincarnação, por outro ele recusa violentamente o culto das imagens e dos avatares.
    Ainda hoje os seus poemas são cantados por muitos devotos. Fundou ou deixou uma linhagem de místicos ascetas.



  • Kapila - Séc. VI a.C., sábio semi mítico fundador histórico do Sistema Sāṃkhya, embora apareça na tradição indiana como uma personagem lendária. Kapila significa “o vermelho”, epíteto do Sol, como de Viṣṇu. Pela influência que já exerceu em Mahāvīra e Buddha deve ter vivido antes do século VI a.C.

  • Jiddu Krishnamurti Krishnamurti - Jiddu Krishnamurti nasceu na Índia e aos 15 anos vivia em Adyar na Sociedade Teosófica, considerado por alguns um novo Messias. Com esta idade, escreveu o sublime livro, “Aos pés do Mestre”. Desligou-se depois da Sociedade Teosófica e divulgou o seu próprio ensinamento, publicando muitas obras.

Flor de Lótus
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