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  • Nagarjuna Nāgārjuna - É uma das figuras mais enigmáticas da história Budista. Correm algumas histórias da sua vida um pouco míticas e lendárias. Era da casta brahmânica, originário do Sul da Índia. Cedo se converteu ao Budismo e passou a ensinar de uma nova forma, baseado em textos muito antigos que teriam até então permanecido ocultos. É incerta a época em que viveu, entre os séculos, VII e VIII.

  • Nanak NanaK - Guru Nanak, o fundador da religião Sikh, nasce em 1469 perto de Lahore, hoje no Paquistão. É no Templo Dourado em Amritsar, na fronteira entre a Índia e o Paquistão, que se encontra hoje o “Guru Granth Sahib”, o livro sagrado dos milhões de Sikhs (2 da população indiana) e que contém os ensinamentos de Guru Nanak e dos nove mestres seguintes, sendo reverenciado como um mestre vivo.

    “Livro dos Descobrimentos do Oriente e do Ocidente”
    de Pedro Teixeira da Mota


  • Nelson - Lorde Nelson. Nascido a 29 de Setembro de 1758 em Inglaterra, a sua vida destacou-se pelo heroísmo, capacidade de liderança e destemor. Foi Vice-Almirante de Frota Naval Inglesa, nas guerras contra a França Revolucionária e Imperial. Aos 12 anos o Pai concede-lhe permissão para se alistar na Royal Navy ficando, dada a sua saúde débil e sua fraca estatura, sob a protecção de seu tio Maurice Suckling.
    Inicia-se com a tomada de Tolón em 1793 uma carreira de êxitos. Mesmo perdendo a visão de um olho e com um braço amputado a sua dedicação e fidelidade ao cumprimento do dever foram um marco no seu percurso. Registam-se três vitoriosas proezas; no Cabo de San Vicente em 1797, na Bahía de Abukir em 1798 e Copenhague em 1801. Já considerado um herói Nacional é promovido a Comandante da frota Britânica no Mediterrâneo e é no navio Victory, que a 21 de Outubro de 1805 vence de forma gloriosa em Trafalgar, as armadas combinadas da França Napoleónica e da Espanha. Ferido no confronto, acaba por expirar pronunciando um último agradecimento a Deus por ter cumprido o seu dever.
    No seu túmulo na Catedral de St. Paul, em Londres, encontra-se a seguinte prece de Lord Nelson, escrita por este no seu diário, enquanto avistava o inimigo em 21 de Outubro de 1805:

    «Que possa o Grande Deus o qual eu adoro, conceder ao meu país para o benefício da Europa em geral, uma grande e gloriosa vitória; e que nenhuma falta de conduta a possa manchar; e possa a humanidade após a vitória ser a predominante representante da frota Britânica.
    Quanto a mim individualmente eu comprometo a minha vida a Ele que me criou! E possa a Sua Bênção alumiar o meu esforço para servir o meu país com plena Fé. A Ele me resigno assim como a causa que me é confiada a defender. Ámen. Ámen. Ámen».


  • Nobili - Roberto da Nobili, fidalgo italiano, depois de ter entrado na Companhia de Jesus, partira para Goa em 1605. Os jesuítas apercebendo-se que se queriam dominar a filosofia e a religião brahmânica era necessário estudar o sânscrito, língua na qual os textos sagrados védicos estão escritos e na qual todo o cerimonial ortodoxo se realizava, enviaram um dos seus membros mais aptos e dispostos a fazê-lo, para Madurá, no Sul da Índia.
    O Padre Roberto da Nobili, italiano, morre em 1656, com 80 anos de idade e 50 da Índia. Estudou a religião indiana, aprendeu o sânscrito (proibido de ensinar a quem não fosse brâhmane) com os sacerdotes e mestres indianos, viveu como um renunciante oriental e, sendo reconhecido como mestre sábio e nobre (ele próprio se dizia brâhmane de Roma e possuidor do "Veda" perdido), conseguiu pela primeira vez um número grande de conversões na casta superior dos brâhmanes. A sua adopção dos ritos indianos iniciou sendas pioneiras mas suscitou celeuma. Escreveu algumas obras, tal o “Diálogo sobre a Transmigração das Almas”, que o P. Baltazar da Costa, o mestre de S. João de Brito, traduziu com o sugestivo título “Antídoto contra o mortal veneno da Transmigração das Almas”, e que diz ter encontrado na «barbaria língua badaga» e a transladou para o português, a fim de estar sempre à mão dos missionários constantemente confrontados com esta explicação das justiças e injustiças do mundo.
    "Descobrimentos do Ocidente e do Oriente"
    Pedro Teixeira da Mota



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