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  • Mãe - Mirra Alfassa nasceu em Paris, em 1878, filha de um bancário turco e de mãe egípcia. Desde muito cedo começou a ter experiências psíquicas e espirituais sendo sempre guiada em seus sonhos por um mestre que lhe dava instrução espiritual. Revelou grande interesse pelo ocultismo e por várias técnicas de auto-conhecimento participando em palestras e promovendo debates. Era extremamente culta e uma assídua leitora.
    Casou por duas vezes, teve um filho, e em 1914 teve a oportunidade de viajar para a Índia quando o seu segundo marido se candidatou a um cargo político naquele país, em Pondicherry, onde Mirra encontra, no mesmo dia de sua chegada, Śrī Aurobindo, reconhecendo-o como aquele que a havia orientado em seu caminho espiritual. Tomou-o como guru e seguiu a sua disciplina, trabalhando a seu lado.
    Em 1926, Śrī Aurobindo retira-se do convívio de seus discípulos para intensificar a sua prática de Yoga e Mirra assume a inteira responsabilidade de orientar o seu āśram, o qual foi crescendo e admitindo familiares dos discípulos, incluindo crianças, às quais Mirra se dedicou inteiramente, promovendo e tomando conta da educação e do bem-estar físico, vital e espiritual.
    Mais tarde abriu uma escola que veio a crescer e a transformar-se no que é hoje conhecido por Centro Internacional de Educação Śrī Aurobindo.
    Mirra ficou conhecida como a Mãe dada sua maravilhosa capacidade de conservar juntas todas as pessoas e coisas como por laços invisíveis, com o poder de transformar a vida em alegria de viver e com a sua ilimitada ternura, de fazer as pessoas felizes, fiéis e obedientes.
    Abandonou o seu corpo físico aos 95 anos de idade.
    Vasco Rodrigo Gonçalves


  • Mahāvīra - Vardhamāna Mahāvīra, (mahant) o grande, (vira) herói, o último mestre ou Tīrthankara, responsável pela actual formulação do Jainismo, teve efeitos importantes na Índia, com seguidores das mais diversas camadas sociais. E embora tenha sido sempre um movimento religioso, contribuiu muito para o pensamento e cultura da Índia pela inter-penetração desses campos do desenvolvimento humano.
    Viveu no século VI a.C., que foi um dos períodos mais notáveis da história do mundo, marcado por agitação mental e impulso espiritual por toda a parte. Sócrates na Grécia, Lau-Tsé e Confúcio na China, Mahāvīra e Buddha na Índia.


  • Maimónides - Moshe ben Maimón, mais conhecido por Maimónides, médico e filósofo nasceu em Córdova, no sul de Espanha, em 1135. Filho de pais judeus, começou cedo a dedicar-se ao estudo do Talmud, mas com a invasão almóada interrompeu os estudos por a família ter de abandonar a cidade, devido a duras perseguições, e instalar-se em Fez, Marrocos.
    Mais tarde emigram para Israel, onde depois de S. João de Acra, passam a Jerusalém, para finalmente, após tantas perseguições, refugiarem-se no Cairo Egipto, onde Maimónides entrou ao serviço do sultão Saladino como seu médico pessoal. Não era só um excelente praticante de medicina, mas via a Ciência com uma forte clarividência e uma excepcional modernidade, numa concepção global do ser humano.
    Na posteridade acaba por ser mais conhecido pela sua vertente filosófica que assenta entre a harmonia da fé religiosa e a filosofia racionalista aristotélica. E a sua obra mais conhecida, o “Guia dos Perplexos”, influencia Tomás de Aquino. A sua Mishneh Tora, com treze artigos de fé, é obra de referência, muito perto de tratados astronómicos. É em Espanha, como "Cordobês", que está mais traduzido e editado.


  • Maomé - Maomé, o profeta do Islão, cujos 5 pilares são a oração, a fé, o viver em caridade, o jejum e a peregrinação, morre em 632 em Medina, a cabeça apoiada em Aicha, a preferida das suas 9 mulheres. Não foi fácil a sucessão dos detentores das rédeas do Islão logo divididos nos chitas e nos sunitas e serão os sufis, ascetas e místicos, aqueles que ao longo dos séculos e em todos povos e lugares se elevarão às sublimidades do conhecimento e amor de Deus, na ausência das quais toda a religião é uma caricatura da sua essência divina. A tradição islâmica, influenciada pelo cristianismo e judaísmo, imaginará como estes uma transladação aos céus do seu profeta, não deixando os seus ossos em terra, mas desnecessária e no fundo materializando os ensinamentos e a visão do mundo espiritual. No tempo dos Descobrimentos a grande fonte do sangue derramado foi a luta islâmico--cristã, talvez mais por interesses políticos e económicos do que pelos ensinamentos religiosos, que devem ser hoje equacionados pelo comparativismo ecuménico e comungados ao nível espiritual. Entre os estudiosos ocidentais da espiritualidade islâmica deve-se realçar o espanhol Miguel Asin Palacios, o francês Henry Corbin e o inglês Reynold. Dois conhecidos intelectuais franceses, o hermetista René Guenon e Roger Garaudy, converteram-se mesmo ao islamismo.

    Livro, "Descobrimentos do Oriente e do Ocidente"
    Pedro Teixeira da Mota


  • Max Muller Max Muller - Nasceu em Dessau, Alemanha, em 1823. Orientalista, Sanscritólogo e Filólogo foi professor de línguas e literatura moderna e de filologia comparada na Universidade de Oxford, desde 1850. Dedicou grande parte da sua vida à compilação e publicação de livros sagrados do Oriente. Foi o primeiro europeu que aprendeu e dominou a língua sagrada o sânscrito tendo deixado obras nessa língua. Recebeu numerosas distinções de governos e sociedades científicas, assim como a cidadania britânica.

  • Merton - Thomas Merton nasceu em 1915. Ingressou no Mosteiro Beneditino onde o silêncio, a oração e a disciplina estritamente ascética permitiram desenvolver o seu caminho interior. Várias obras brotaram deste Ser místico, onde também o pensamento religioso oriental enriqueceu a sua vida resultando numa notável síntese entre o Cristianismo e o Hinduísmo.

  • Milarepa Milarepa - Yoga tibetano viveu entre 1052 e 1135. Asceta, renunciante dos mais austeros, dedicou toda a sua vida na busca da iluminação. Deixou alguns ensinamentos em prosa e em poesia.

  • Molay - Jacques de Molay, o último grão-mestre templário, morre queimado na ponta da ilha de Sena em Paris, em 1314, devido à ambição do rei francês Filipe IV e à fraqueza do Papa Clemente V. A legenda duma Ordem, que unira talvez até hereticamente o Ocidente e o Oriente na Terra Santa, ganharia seus foros sebastianistas ou desejados que crepitam ainda nos nossos dias e a liderança monástico-militar da Europa rumo ao Oriente ia ressurgir na Ordem de Cristo em Portugal por mais de dois séculos.

    “Livro dos Descobrimentos do Oriente e do Ocidente”
    de Pedro Teixeira da Mota


  • Muktānanda - Swāmi Muktānanda nasceu em 1908 em Mangalore na Índia. Pertenceu ao Vedānta dualista, e desenvolveu o sivaísmo de Kāśmir. Estabeleceu āśram na Índia e também nos USA. Escreveu alguns livros, entre os quais “Jogo da Consciência” e uma Autobiografia.

Flor de Lótus
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